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Haggard em São Paulo (Carioca Clube, 25/02/2012)

Por Pierre Cortes/Fotos: Fernanda Lira & Pierre Cortes


Noite de intenso calor em São Paulo e os fãs de Metal estavam em extremo entusiasmo para ver uma das bandas que, sinceramente, poucos acreditavam ter a chance de presenciar algum dia em nossas terras. Isso mesmo, a banda alemã HAGGARD estaria ali, diante de nós, praticando seu Metal recheado de influências clássicas.

Embora sejam técnicos e façam um som de qualidade inquestionável, a banda não é das mais populares no meio. Por este motivo imaginamos que o local não estaria tão cheio. Ledo engano. Muitos vieram conferir a apresentação única no Brasil. E com certeza, quem ali estava jamais esquecerá este show.


Exatamente às 19h50, as cortinas se abriram e todos puderam presenciar os componentes do grupo. O palco foi pequeno para eles. Para quem não sabe, o HAGGARD possui 18 integrantes. Infelizmente nem todos puderam estar ali, mas 11 deles nos brindaram com sua presença.


Assis Nasseri, o vocalista/guitarrista e líder da banda, tem uma presença de palco absurda. Ele é carismático e interagiu fortemente com o público. Iniciaram a apresentação com “Pestilencia” e “Heavenly Damnation”, ambas do álbum Awaking the Centuries. E com uma abertura dessas não havia como não surpreender ou impressionar a plateia. A seguir tocaram “The Final Victory”, também do mesmo álbum. Todos estavam boquiabertos diante do som e da performance de palco do grupo. Uma sonoridade densa e bela ao mesmo tempo. Incrível como era possível identificarmos os diversos tipos de instrumentos ali presentes: violino, oboé, violoncelo, teclado, flauta. Tudo isso aliado aos usuais guitarra, baixo e bateria.


O setlist foi baseado em composições dos álbuns Eppur Si Muove, And Thou Shalt Trust… the Seer, Tales of Ithiria, além do já citado Awaking the Centuries. E o que dizer também da interação da plateia? Fantástica e intensa.

A vocalista Susanne Ehlers também fez um show à parte. De voz forte e bela, com presença marcante de palco, ela conseguiu emocionar a todos que ali estavam. Houve ainda um momento em que Assis solicitou a presença de duas fãs para cantar a música “Herr Mannelig” com Susanne. Foi lindo e, certamente, de grande impacto e comoção para as convidadas.


E as surpresas não pararam por aí. Assis, em determinado momento do show, misturou-se à plateia e, com certeza, o ponto mais alto da noite foi a execução do hino nacional. Majestoso, grandioso e de extremo bom gosto.


Os alemães encerraram a noite com a música “Awaking the Centuries”, totalizando quase uma hora e meia de espetáculo que, sem sombra de dúvidas, deixou os presentes com a certeza de terem visto uma das maiores performances dentro do cenário metálico.


Setlist:
Pestilencia
Heavenly Damnation
The Final Victory
The Observer
In a Full Moon Procession
Upon a Full Moon Autumn Leaves
The Days Has Heaven Wept…Origin of
The Sleeping Child
Eppur Si Muove
In  Des Königs Hallen
Tales Intro…Tales of Ithiria
Lost
Herr Mannelig
Per Aspera Ad Astra
National Anthem
Al Inizio
Awaking the Centuries


Por: Heavy Nation às 06h35 PM

At the Gates confirma show no Brasil

Após os compatriotas In Flames, Dark Tranquillity, Opeth, Deathstars, Amon Amarth e Hypocrisy estrearem nos últimos anos nos palcos do Brasil, agora a invasão sueca continua com o At the Gates. O grupo considerado precursor do "New Wave of Swedish Death Metal" confirmou apresentação para o próximo dia 29 de julho, no tradicional Hangar 110, em São Paulo.

Neste momento, Tomas 'Tompa' Lindberg (vocal), Anders Björler (guitarra), Martin Larsson (guitarra), Jonas Björler (baixo) e Adrian Erlandsson (bateria) seguem a turnê de divulgação do CD "Purgatory Unleashed", gravado ao vivo no Wacken Open Air, maior festival de Heavy metal do Mundo.

Em dezembro de 2010, a banda anunciou uma segunda reunião em sua cidade natal, Gotemburgo. Depois disso, o quinteto tem se apresentado em diversos importantes festivais europeus e finalmente desembarcará em território brasileiro.

Produtores interessados em contratar este espetáculo devem entrar em contato pelo e-mail sobcontroleproducoes@yahoo.com.br ou booking@sobcontrole.org.

Mais informações sobre a venda de ingressos serão divulgadas em breve.

Links relacionados:
 
Próximas divulgações da The Ultimate Music - Press:
10/03 - Mark Farner - Via Marquês - SP/SP
11/03 - Krisiun - Tribal Club - Santos/SP
01/04 - Opeth - Carioca Club - SP/SP
06/04 - Sodom - Music Hall - Curitiba/PR
07/04 - Sodom - Carioca Club - SP/SP
14/04 - Sebastian Bach - Carioca Club - SP/SP - ÚLTIMAS UNIDADES!
15/04 - Voodoo Glow Skulls - Hangar 110 - SP/SP
17/04 - Sebastian Bach - Carioca Club - SP/SP - SHOW EXTRA!
21/04 - Shadowside - Metal Open Air - São Luis/MA
21/04 - Steven Wilson - Santana Hall - SP/SP
27/04 - Exodus - Music Hall - Curitiba/PR
02/06 - Apocalyptica - Carioca Club - SP/SP
09/06 - Korpiklaani - TBA - SP/SP
29/07 - At the Gates - Hangar 110 - SP/SP

Além dos shows, a The Ultimate Music - Press assessora as bandas Sepultura, Krisiun, Shadowside, Confronto e Hugin Munin. Para mais informações, acesse http://theultimatepress.blogspot.com.

Por: Heavy Nation às 08h47 PM

LAMB OF GOD CANCELA SHOW DE CURITIBA


A Liberation Music Company sente muito ao ter de anunciar que, devido a problemas de logística irreversíveis, a apresentação do Lamb of God em Curitiba, ao lado das bandas Hatebreed e Lacuna Coil, no dia 01 de abril, teve de ser cancelada. O show do Lamb of God em Buenos Aires, Argentina, que originalmente aconteceria no dia 03 de abril, teve de ser antecipado para o dia 02, o que acabou afetando o cronograma de viagem das bandas de um modo muito desfavorável e as forçou a cancelar o segundo show no Brasil (Curitiba). Gostaríamos de nos desculpar junto aos fãs da região sul do país.

EM SÃO PAULO, NO DIA 31 DE MARÇO, na casa de espetáculos A SERINGUEIRA, O SHOW VAI ACONTECER NORMALMENTE! Nenhuma chance de ser cancelado!

O dinheiro dos ingressos comprados para o show de Curitiba será devolvido nos pontos de venda da Disk Ingressos.

Sites relacionados:
www.lamb-of-god.com
www.hatebreed.com
www.lacunacoil.it
www.liberationmc.com

Por: Heavy Nation às 08h38 PM

Soulfly em São Paulo (Via Marquês, 25/02/2012)

Por Julio Feriato/Fotos: Irisbel Mello


Por mais que digam que devemos parar de comparar o SEPULTURA da fase atual com a fase antiga, não adianta, sempre irão surgir comparações e sempre iremos relembrar o quanto eles eram fenomenais na época de Max Cavalera. E não há como negar o quanto eles decaíram, tanto em sonoridade quanto em popularidade, desde a saída do carismático vocalista. Mas na noite de 25 de fevereiro, os fãs de Max puderam matar a saudade que sentiam dele, já que sua atual banda, o SOULFLY, desembarcou no Brasil para uma série de shows e lógico que a capital paulista não poderia ficar de fora.


Inicialmente o show iria ocorrer no Santana Hall, porém de última hora, fora transferido para o Via Marquês, na Barra Funda. A casa não é grande, mas possui boa infraestrutura para receber eventos como esse. A única coisa que seus proprietários poderiam repensar é sobre a altura do palco, que é baixo demais, e quem está lá no fundo quase não consegue enxergar direito detalhes do espetáculo (odeio assistir aos shows com a ponta dos pés).
Uma das bandas de abertura foi o SKIN CULTURE, que começou a tocar para um público ainda pequeno por volta das 19:30. O grupo é pouco conhecido, porém possui uma bagagem invejável abrindo shows para o KORN, ILL NINO e P.O.D.


O som é um Metal “grooveado” que mescla várias influências do Thrash Metal tradicional com nuances mais modernas. E agradou. O vocalista Shucky Miranda é uma simpatia, porém deveria falar menos nos intervalos entre as músicas, já que o tempo de uma banda de abertura é bastante curto. O show, segundo eles mesmo disseram, foi uma mescla de músicas do ultimo CD "The Earth Spits" com algumas outras do novo trabalho que a banda vai lançar entre abril e maio deste ano. Particularmente curti muito uma dessas novas (só não me pergunte o nome dela), onde nota-se algumas influências mais melódicas nos riffs de guitarra.


Logo em seguida o KORZUS entrou em cena, e nem preciso dizer que foi uma apresentação excelente. A atual formação está estável há vários anos com a entrada do guitarrista Antônio Araújo, que acrescentou bastante na performance do grupo nos shows, sem falar que o mais recente CD “Discipline of Hate” foi um dos melhores lançamentos do Heavy Metal brasileiro em 2011. Desde então eles só vem crescendo cada vez mais. Com um setlist baseado nos álbuns mais recentes, abriram com “Guilty Silence”, passando por “Truth”, “Raise Your Soul”, “I Am Your God” e a obrigatória “What Are You Looking For”.


O SOULFLY demorou um bocado para entrar no palco. Tanto que a galera já estava impaciente e gritava pelo nome da banda. Mas a espera valeu a pena, pois qualquer reclamação foi esquecida quando por volta das 22h eles começam a tocar “Rise of the Fallen”. O público enlouqueceu ao ver Max Cavalera lá em cima com disposição total apesar da paralisia facial que o afetou nesta última semana. Aliás, que paralisia que nada, esse detalhe nem foi percebido! Prosseguiram com “Prophecy”, cantada em uníssono pela plateia, seguida de “Primitive”, “Dowstroy” e “Seek N' Strike”.


As próximas músicas relembraram a fase em que Max ainda estava no Sepultura, e para o orgasmo geral tocaram a dobradinha “Refuse/Resist” e “Territory”, verdadeiros clássicos de sua antiga banda, seguida de “Porrada”, música que antecedeu o solo de bateria de Zyon Cavalera, filho de Max de apenas 18 anos, e que pelo jeito segue os passos do pai e do tio Igor Cavalera. E não é que o moleque toca bem pacas?

Tocaram mais algumas próprias, e deram início a um dos momentos mais empolgantes da noite, a dobradinha “Arise” e “Dead Embrionic Cells”, da fase áurea do SEPULTURA. Mas o melhor ainda estava por vir. Zyon deixou a bateria para ceder lugar ao tio Igor Cavalera, que foi ovacionado pela plateia. “Este é meu irmão, o melhor baterista do mundo”, disse Max. E tocaram “Troops of Doom”, que quase destruiu o Via Marquês. Para muitos ali, era a primeira vez que viam os irmãos juntos no mesmo palco tocando uma música da banda que ELES criaram. Então, descrever tamanha emoção, ao presenciar esta cena, é algo impossível. Em seguida Igor devolveu as baquetas para Zyon, e apontou para o sobrinho como querendo dizer: “agora é a vez dele detonar”. E executaram a clássica “Innerself”, que levou todos ao delírio.


Algo interessante e que não passou despercebido foram as crianças que estavam ao lado do palco, que depois fiquei sabendo se tratar dos filhos e sobrinhos de Max Cavalera. Muito legal saber que a nova geração da família Cavalera, talvez, continue o legado dos pais. Prova disso foi a participação de dois filhos de Max cantando “Revengeance”, música que faz parte do novo álbum, que ainda será lançado. Sinceramente senti uma invejinha dessa molecada, pois nasceram em berço de ouro, e imaginei a vida legal que essa família deve ter. Ai como eu queria ser uma daquelas crianças!


Inveja boa à parte, a banda não esqueceu de “Roots Bloody Roots”, com certeza uma das favoritas da galera que curte a fase mais “groove” do SEPULTURA. Encerraram com “Jumpdafuckup” e “Eye For An Eye”, do primeiro CD do SOULFLY.

Com certeza uma noite memorável que não será esquecida tão cedo pelos fãs de Max, pois o cara já é uma lenda viva do Metal brasileiro, um verdadeiro orgulho para nós, headbangers tupiniquins.

Obs: "Troops of Doom" com Igor Cavalera foi executada após "Bring It"

Veja mais fotos AQUI

Por: Heavy Nation às 05h19 AM

Blue Oyster Cult em São Paulo (HSBC Brasil, 25/02/2012)

Em sua primeira vinda ao Brasil, o lendário grupo americano de Hard Rock BLUE OYSTER CULT, trouxe clássicos de seus mais de 40 anos de carreira.

Por Junior Rodrigues/Fotos: Fernanda Lira


O texto representa a opinião do autor e não a opinião do Heavy Nation ou de seus editores.

Formada na mesma época de bandas como Black Sabbath, Deep Purple, Uriah Heep, Grand Funk Railroad e Budgie, o Blue Oyster Cult era diferente por abordar temáticas baseadas em literatura de horror e ficção científica, inspirada por escritores como Edgar Allan Poe e Stephen King. Desde então a banda conquistou fãs no mundo inteiro com mais de 24 milhões de cópias vendidas e turnês bem sucedidas.


A casa escolhida foi o HSBC e 3 horas antes do horário previsto para a casa abrir (20h00min) e já dava pra notar a presença de pessoas do lado de fora, não formando aquelas filas kilométricas comuns dos shows em São Paulo, mas um movimento era visível em torno do local. Essa pouca presença de pessoas tornou-se evidente na abertura do HSBC, dentro da casa havia um público de aproximadamente 500 a 700 pessoas.


Em plena forma, pontualmente às 21h55min sobem ao palco Eric Bloom, (vocal, Guitarra) Buck Dharma, (guitarra solo e vocal), (únicos da formação original) Richie Castellano, (teclado, guitarra e vocal ), Jules Radino, (Bateria) e no baixo nada mais que Rudy Sarzo (Quiet Riot, Whitesnake, Ozzy Osbourne, Dio dentre outros).

Logo após uma breve intro a banda já em seus postos abre a noite com a agitada e rápida "The Red & the Black" do segundo álbum Tyranny and Mutation (1973), levando todos os presentes a vibrar junto. Era possível ver jovens de 15 e 18 anos e outros de 40 a 70 anos dividindo o mesmo espaço e a mesma emoção presente naquele lugar! Na sequência veio "Golden Age Of Leather", com seu inicio emocionante cantado à capela e também muito bem recebida pela plateia, abrindo o caminho para o clássico absoluto e radiofônico "Burning For You" cantada por todos em uníssono.


Após essa enxurrada de clássicos, a instrumental "Buck´s Boogie" mostra toda a técnica apurada dos músicos, praticamente uma aula musical dada por verdadeiros mestres do Rock. "Shooting Shark" veio em seguida, que trouxe maior destaque (se é que pode haver) para Rudy Sarzo, que já mostrava toda a sua desenvoltura no palco indo de um lado para o outro fazendo todas suas poses características, lambia seus dedos e descia o braço no baixo tocando como se estivesse numa dimensão diferente da banda; um show à parte! A desenvoltura dos músicos do B.O.C. é algo impressionante, Eric Bloom deixava sua guitarra de lado e passava para as mesas de teclado, para depois voltar à sua guitarra deixando os teclados a cargo de Richie Castellano, que mostrava dominar muito bem ambos os instrumentos.


Deixando todos sem fôlego, "Cities Of Flames" veio na sequência, e como era de se esperar, ela foi cantada por cada um dos presentes, muitos aos gritos e esses gritos soavam como “porque vocês demoraram tanto para vir ao Brasil”, "Then Came The Last Day Of May" balada do debut auto-intitulado de 1972, levou novamente Eric Bloom aos teclados, e fomos contemplados mais uma vez pela voz de Buck Dharma trazendo um andamento diferente para a música com direito a um solo fantástico e uma evolução conduzida por Jules Radino, outro show à parte do grande baterista que colocava seu feeling a cada execução das musicas.


"ME262" com sua batida mais Rock´n´Roll fazendo muitos presentes dançar e levando todos a vibrar ainda mais com a próxima e talvez a mais famosa desta grande banda, o clássico absoluto "Godzilla". Não poderia deixar de citar a breve homenagem à Ronnie James Dio que veio em seguida relembrado pelas linhas de baixo de Ruzy Sarzo assim como Quiet Riot, Whitesnake e Ozzy, um momento único com direito a um solo do mestre, um solo de Jules Radino que deu gancho para "Dont Fear The Reaper" que fecha a primeira parte do show.


Como "bis", tocaram a climática "Perfect Water" e encerraram com a tradicional "Hot Rails To Hell". Um Show Curto, porém inesquecível para cada um dos poucos presentes; uma aula de Rock `n`Roll dada por mestres que entendem muito do assunto.

Setlist:
1-The Red & The Black
2-Golden Age Of Leather
3-Burning For You
4-Buck´s Boogie
5-Shooting Shark
6-Cities Of Flames
7-Then Came The Last Days Of May
8-ME 262
9-Godzilla
Solo
10-Don´t Fear The Reaper
Encore
11-Perfect Water
12-Hot Rails To Hell

Por: Heavy Nation às 10h35 AM

Aborted, Unearthly, Anarkhon e Desecrated Sphere (Hangar 110, São Paulo, 18/02/12)

Por Durr Campos/Fotos: Fernanda Lira & Julio Feriato

O texto representa a opinião do autor e não a opinião do Heavy Nation ou de seus editores.


Com o pessoal da Tumba Produções não há trégua aos nossos tímpanos. A saraivada de eventos extremos em 2011 só confirma isso, mas parece que neste ano a coisa será ainda “pior”. No último dia 18 aconteceu no mítico Hangar 110 quatro shows que, literalmente, abalaram as estruturas do lugar. A saber: DESECRATED SPHERE, ANARKHON, UNEARTHLY e os belgas do ABORTED, que visitavam o país pela primeira vez. Acompanhe como foi nas próximas linhas.

Direto de Mogi-Guaçu, interior paulista, o agora quinteto Desecrated Sphere gerava uma ótima expectativa tendo em vista o sensacional debut The Unmasking Reality, editado em 2011. A técnica apurada na parte instrumental (nota do redator: Aliás, uma constante durante toda a noite.), aliada à performance irrepreensível do vocalista Renato Sgarbi, deram um toque ultra profissional ao negócio.

Tocaram com bastante garra e conhecimento de causa, especialmente nas excelentes “Ruin”, “Presage of Apocalypse” e em uma das minhas favoritas, “Gospel is Dead”. Já tinham crédito comigo e só agregaram após a devastação sonora que presenciei.


Já o Anarkhon eu tive o prazer em ver algumas vezes ao vivo e, sempre, repito: SEMPRE, me impressiono com o que fazem no palco! Aron Romero & Cia. não só possuem hoje um dos repertórios gore mais eficientes deste país, como do mundo. As guitarras são impecáveis, sem contar na cozinha matadora, digna de um Cannibal Corpse  – influência confessa dos caras.

Abriram a festa com “A Dor da Imortal Putrefação”, passando pelas novas “Regurgitating Maggots”, “Corporal Sores” e “Rotten Flesh Reanimated”, fechando a imundice com o hino “Satisfação em Costurar um Corpo Retalhado com Arame Farpado”. Destaco ainda a humildade dos membros em agradecer a todo momento a presença do público e a oportunidade em estar ali. Não ouse ignorar este nome!


Daí, mal eu me recuperava das duas monumentais apresentações anteriores, me chega o Unearthly, direto do Hell de Janeiro (nota do redator: Carinhoso apelido dado à Cidade Maravilhosa), nos brindar com o primeiro show na capital paulista promovendo o mais recente álbum, Flagellum Dei, unanimidade na lista de melhores de 2011 de 10 entre 10 jornalistas especializados – incluindo minha pessoa.

O repertório incluiu velhas composições, mas era durante as novas que o público delirava. Fiquei boa parte do set ao lado do baterista R. Lobato, um dos melhores que pude ver ao vivo. Sério, esse cara é humano? Porque a tranquilidade com a qual executava as velocíssimas partes de canções como “Baptized in Blood”, a própria “Flagellum Dei” e, especialmente, durante a minha favorita “Black Sun (Part I)”, foram qualquer coisa de sobrenatural. Sobre esta derradeira citada só posso dizer que se trata de uma das músicas mais inspiradas já criadas sob a alcunha do black metal. Aliás, é pouco dizer que seja exclusivamente algo feito neste estilo. A perfeita união de metal extremo e baião funcionou de tal forma que até o saudoso Luiz Gonzaga deve ter desejado estar ali para uma canja. O final com “Age of Chaos”, do homônimo disco lançado em 2009, não poderia ser melhor. O único “defeito” deste show foi ser curto demais. Espero ansioso pelo retorno!


O Aborted, para quem não conhece, é uma banda de death metal formada na Bélgica em 1995 pelo vocalista e único membro original até os dias atuais, Sven de Caluwé. Sua discografia é bem interessante e conta com pelo menos meia dúzia de álbuns, alguns EPs, demos e splits, tudo dentro do estilo denominado splatter/gore/grind na linha de Carcass antigo, Mordicus, Nasum, mas sem deixar de lado aquela pegada de nomes como Suffocation, Entombed, Slayer, Dismember e até mesmo Hatebreed, referência confirmada pelo grupo inclusive.

Apesar de pequenos problemas com as guitarras logo no comecinho, nada ali parecia intimidá-los. Muito pelo contrário, pois a simpatia e perfeita presença de palco ganhou a plateia da primeira à última canção. Destaques imediatos à trinca do meu álbum favorito deles, The Archaic Abbatoir (2005), com “Threading on Vermillion Deception”, “Gestated Rabidity” e “Dead Wreckoning”. Como se não bastasse ainda fecharam com a fabulosa “The Saw and The Carnage Done”, voltando em seguida no encore com a arrasa-necrotério “Nailed Through Her Cunt”, do segundo registro de estúdio, Engineering the Dead, editado há mais de dez anos.


Em tempo, menciono as presenças do novo membro Kevin Verlay no baixo, além dos já conhecidos Ken Bedene na bateria e a dupla de guitarras Eran Segal e Ken Sorceron. Nem mesmo o cancelamento do EXHUMED apagou o brilho deste momento pútrido da história metálica de São Paulo.

Fonte: Whiplash.net

Por: Heavy Nation às 11h35 PM

WITHIN TEMPTATION em São Paulo (Espaço Victory, 11/02/2012)

Por Julio Feriato/Fotos: Fernanda Lira

Desta vez a produtora Dark Dimensions se superou. Primeiro por trazer uma das maiores bandas holandesas de Gothic Metal (e talvez, a maior da cena daquele país) para tocar em São Paulo e, também, por transformar um local totalmente sem estrutura como o Espaço Victory numa verdadeira casa de espetáculos. A infraestrutura que foi montada para receber o WITHIN TEMPTATION deixou todos boquiabertos. Explico. O Espaço Victory é uma espécie de galpão que foi adaptado para ser um salão de festas, onde quase todos os finais de semana rolam bailes da 3ª idade e de outros estilos mais populares do "povão". Mas, vez ou outra, o local recebe bandas internacionais, e o Within Temptation foi uma delas.

Alguns boatos diziam que a venda de ingressos tivera sido pequena e que a casa não iria lotar. Mero engano! Ao chegar em frente ao local, pude avistar uma enorme fila que dobrava o quarteirão. Aliás, eu soube de pessoas que acamparam na calçada para poder ser os primeiros a entrar. Resultado, casa lotada, e o inicio do show que estava marcado para às 20:30h teve que ser prorrogado para às 21h por conta dos inúmeros fãs que ainda não tinham entrado no salão.

Já passava das 21h, e com a plateia gritando pelo nome da banda a introdução "Mother Maiden" começou a rolar. Em seguida, os integrantes entraram no palco e começam os primeiros acordes de "Shot in the Dark", faixa que abre o álbum The Unforgiving. Para o delírio de todos, Sharon den Adel começou a cantar e simplesmente todos a acompanharam em uníssomo. Aliás, a plateia foi um show à parte, já que sabiam de cor e salteado as letras de todas as músicas, e isso não passou despercebido pela banda, que a todo momento se mostravam sorridentes e empolgados com a excelente receptividade.

Prosseguiram com a empolgante "In the Middle of the Night", seguida de "Faster", ambas também do mais recente álbum The Unforgiving. A partir daí já deu para perceber que o setlist seria baseado nos hits da banda, e clássicos como "Ice Queen", "Angels" e "Mother Earth" (essa talvez a mais bem recebida pela plateia) não foram esquecidos.

Infelizmente não tocaram NENHUMA música do debut Enter. Ok, isso já era esperado, mas ao menos poderiam ter lembrado de "Restless", uma das melhores composições da banda. Fecharam com "Hand of Sorrow" e "Stairway to the Skies", e despediram-se dos fãs após bem-humorado agradecimento.

Algo curioso foi que antes do show começar, várias garotas estavam com ursos de pelúcia e confesso que achei tratar-se de alguma nova modinha entre a meninada. Mas eram presentes para Sharon, que foram arremessados sem parar ao palco, o que deixou a vocalista nitidamente feliz. Tanto que, ao final do espetáculo, ela levou todos os ursos consigo.

Outra coisa, como essa mulher canta bem! Não a vi desafinar uma vez sequer, e ela se deu bem até nas notas mais altas, prova de que apesar de já ser uma "tiazona", ainda manda muito bem e coloca no chinelo qualquer outra vocalista de Gothic Metal por aí.

Setlist:
Mother Maiden (Intro)
Shot in the Dark
In the Middle of the Night
Faster
Fire and Ice
Ice Queen
Our Solemn Hour
Stand My Ground
Sinéad
What Have You Done
Iron
Angels
Memories
Where Is the Edge
Deceiver of Fools
Mother Earth
Encore:
Hand of Sorrow
Stairway to the Skies

Por: Heavy Nation às 11h18 PM

AMORPHIS em São Paulo (Carioca Club, 05/02/12)

Texto: Julio Feriato/Fotos: Irisbel Mello

Finalmente após 2 anos desde sua primeira apresentação em São Paulo, ao lado do CHILDREN OF BODOM, o AMORPHIS retorna ao país numa semana infernal devido ao calor insuportável que fazia. E a noite 05 de fevereiro, data em que os finlandeses se apresentaram na capital paulista, com certeza foi uma das mais quentes do ano.

Chegando ao local, já deu para notar que o público não seria dos maiores. E não foi. Não confirmei com a produção, mas o número de pagantes não deve ter sido grande coisa, pois o salão do Carioca Club não lotou, e dava para circular tranquilamente entre as pessoas.

A banda Perc3ption ficou com a responsa de abrir a noite com seu Metal Melódico bem ao estilo das bandas germânicas. Todos são ótimos músicos e o vocalista sabe usar seus atributos sem exagerar nos agudos (armadilha que 9 entre 10 vocalistas brasileiros de Metal Melódico do Brasil sempre caem).

O público pareceu gostar, mas se empolgou mesmo quando a banda executou o cover "Deja Vu" do Iron Maiden, muito bem tocada, por sinal.

Mas todos estavam sedentos pelo AMORPHIS, e logo após a boa apresentação do Perc3ption, os finlandeses sobem ao palco para uma apresentação que não beirou à perfeição, mas que foi memorável.

A galera já se empolgou quando a introdução "Battle for Light" começou a rolar e os integrantes foram aparecendo no palco. Logo deram início ao espetáculo com "Song of the Sage", música do mais recente trabalho The Beginning of Times que foi lançado ano passado. Infelizmente o som não estava legal, pois o volume das guitarras estava muito baixo, e o teclado praticamente não se ouvia. Felizmente no decorrer da apresentação esses detalhes foram sendo acertados.

Como era de se esperar, a banda se concentrou nas músicas dos trabalhos mais recentes como Silent Waters, Skyforger, e no já citado The Beginning of Times, mas não esqueceram de músicas como "On Rich and Poor" (do consagrado Elegy, 1996) e "Black Winter Day" (do obrigatório Tales From the Thousand Lakes, 1994).

O ponto alto foi quando a introdução "Karelia" (do debut The Karelian Isthmus, 1992) começou a rolar, pois a galera mais velha e saudosista do Death Metal que a banda praticava no inicio de carreira quase foi ao delirio. Mas, em vez de tocar alguma do citado álbum, eles optaram por executar "Vulgar Necrolatry", cover do ABHORRENCE, banda que o guitarrista Tomi Koivusaari fez parte antes de formar o AMORPHIS, e emendaram com o clássico "Into Hiding" do maravilhoso Tales From the Thousand Lakes, trabalho que dificilmente eles irão superar em termos de impacto.

Encerraram com a tríade "Silver Bride", "My Kantele" e "House of Sleep".

Setlist:
Battle for Light (Intro)
Song of the Sage
Towards and Against
The Smoke
Sky Is Mine
On Rich and Poor
You I Need
Sampo
Karelia
Vulgar Necrolatry
Into Hiding
Alone
Majestic Beast
Black Winter Day
Skyforger Intro
Silver Bride
My Kantele
House of Sleep

Por: Heavy Nation às 09h38 PM

Shaman: "O 'Dia do Metal' perdeu o glamour depois de Falaschi"

Fotos: Irisbel Mello

No intuito de divulgar o "Dia do Metal em Estúdio", Fernando Quesada (baixista do SHAMAN) concedeu entrevista ao programa Heavy Nation da Rádio UOL, e não escondeu sua insatisfação ao ser questionado (mais uma vez) sobre a declaração de Edu Falaschi, e do quanto isso prejudicou o evento "Dia do Metal", que rolou no final do ano passado.

"Infelizmente o 'Dia do Metal' perdeu um pouco de seu glamour por causa da declaração do Edu. O que ele disse é algo totalmente surreal, pois era para ser o começo de uma ação para ajudar a cena, e ele disse que foi um velório... Só se for o velório dele", desabafa. "Não foi fácil reunir todo mundo e não ficamos preocupados se iria lotar, mas para mostrar que as bandas estão unidas."

Para escutar a entrevista na íntegra, acesse: Programa Heavy Nation nº 50

Por: Heavy Nation às 05h59 PM

Você também odeia Carnaval? Sábado tem Aborted em SP!

Neste sábado, 18 de fevereiro, uma das bandas mais insanas da atualidade se apresenta no lendário Hangar 110 (no bairro do Bom Retiro).

Os belgas liderados pelo vocalista Sven “Svencho” de Caluwé se apresentam ao lado das bandas brasileiras Unearthly, Anarkhon e Desecrated Sphere.

O Aborted se apresenta no Brasil nos dias 17/02 (Belo Horizonte @ Music Hall), 18/02 (São Paulo @ Hangar 110), 19/02 (Curitiba @ Hangar Music Hall), 20/02 (Armazém do Café @ Catanduva) – originalmente, esta tour rolaria também com a banda Exhumed, mas os caras cancelaram de última hora...

Divulgando seu sétimo álbum, o Aborted colhe os frutos do excelente Global Flatline (lançado no Brasil esta semana pela Shinigami Records) que vem recebendo excelentes criticas.

Confira o videoclipe da música "Источник Болезни (The Origin Of Disease)": http://www.youtube.com/embed/2_7ZDTU6Em0

Serviço (São Paulo):
Show: Aborted

Participação: Uneartlhy, Anarkhon e Desecrated Sphere
Dia: 18/02/2012 (sábado)
Local: Hangar 110
End: Rua Rodolfo Miranda, 110 – Bom Retiro – São Paulo/SP (tels: 11 9389-3365 / 11  3229-7442) Próximo a estação Armênia do Metrô.
Horário: A partir das 19h (abertura das casa às 18h!)
Ingressos: R$ 50 (estudante), R$ 70 (promocional), R$ 100 (inteiro)
Pontos de Venda: Galeria do Rock (lojas Hellion e Paranoid)
Informações: www.myspace.com/tumbaprod

Sites relacionados:
http://www.myspace.com/abortedmetal
http://www.goremageddon.be/
http://www.myspace.com/unearthlycommando
http://www.myspace.com/anarkhon
http://www.myspace.com/desecratedsphere
http://www.myspace.com/tumbaprod
http://www.hangar110.com.br/

Por: Heavy Nation às 05h50 PM

Haggard inicia turnê pela América Latina esta semana


A banda alemã HAGGARD, um dos mais respeitados nomes do Classic Metal mundial, está prestes a desembarcar no Brasil. O grupo dá o pontapé inicial em sua primeira turnê pela América Latina esta semana. A première acontece nesta sexta-feira (17/02), no México. A única apresentação no Brasil, será no próximo dia 25 de fevereiro, no Carioca Club, São Paulo.

Os fãs interessados em assistir a performance do grupo devem se apressar, pois a procura por ingressos aumentou. Os bilhetes estão disponíveis no site http://darkdimensions.webstorelw.com.br e na loja Hellion Records (Galeria do Rock). Os preços variam de R$ 70,00 à R$ 200,00 (na porta).

Neste momento, o Haggard está em plena turnê de divulgação do novo disco "Grimm". A banda tem uma sonoridade muito peculiar e traz uma nova ideia de música contemporânea ao mistura folk, música erudita e heavy metal. As influências declaradas são Boismortier, Mozart, Corelli, Vivaldi, Puccini, Branduardi. Esta é a primeira vez que o grupo vem ao Brasil.

Assista a performance completa da banda no Wacken, o maior festival de heavy metal do Mundo, em http://www.youtube.com/watch?v=kTMD7Srp1IE.

Confira a mensagem do lider Asis Nasseri aos fãs brasileiros em http://www.youtube.com/watch?v=joBYgA5reNM.

A excursão do Haggard consiste em:
Fev 17 - Circo Voador - Mexico City, Mexico
Fev 19 - Teatro de Bellas Artes - Guatemala City, Guatemala
Fev 21 - CIFCO - San Salvador, El Salvador (com Dimmu Borgir)
Fev 23 - Pepper's Club - San José, Costa Rica (com Dimmu Borgir)
Fev 25 - Carioca Club - São Paulo, Brasil

Links relacionados:

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Serviço São Paulo
Data: 25/02/2012 (sábado)
Local: Carioca Club
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 - Pinheiros - ao lado da estação Faria Lima do Metrô
Ingressos:
Pista Estudante: R$ 70,00
Pista Promocional: R$ 100,00 (para não estudantes)
Camarote Estudante: R$ 100,00 (direito a meet and greet após o show)
Camarote: R$ 200,00 (direito a meet and greet após o show)
Ingressos no dia do show: R$ 120,00 (pista) e R$ 200,00 (camarote)
Ingressos online: http://darkdimensions.webstorelw.com.br
Ponto de venda: loja Hellion Records - Galeria do Rock
Imprensa: (13) 9161.6267

Por: Heavy Nation às 06h12 PM

EXHUMED CANCELA VINDA AO BRASIL

A Tumba Productions comunica que a banda EXHUMED cancelou sua vinda ao Brasil, para a turnê que faria ao lado do ABORTED na próxima semana.

A produtora informa que não tem responsabilidade sobre o ocorrido, uma vez que o motivo do cancelamento foi que a banda não retirou os vistos a tempo.

O Aborted está confirmado e honrará os compromissos em todas as datas agendadas – assim como as bandas locais.

 Aborted se apresenta no Brasil nos dias 16/02 (Beco 203 @ Porto Alegre), 17/02 (Belo Horizonte @ Music Hall), 18/02 (São Paulo @ Hangar 110), 19/02 (Curitiba @ Hangar Music Hall), 20/02 (Armazém do Café @ Catanduva).

Serviço (São Paulo):
Show: Aborted

Participação: Uneartlhy, Anarkhon e Desecrated Sphere
Dia: 18/02/2012 (sábado)
Local: Hangar 110
End: Rua Rodolfo Miranda, 110 – Bom Retiro – São Paulo/SP (tels: 11 9389-3365 / 11  3229-7442) Próximo a estação Armênia do Metrô.
Horário: A partir das 19h (abertura das casa às 18h!)
Ingressos: R$ 50 (estudante), R$ 70 (promocional), R$ 100 (inteiro)
Pontos de Venda: Galeria do Rock (lojas Hellion e Paranoid)
Informações: www.myspace.com/tumbaprod

Sites relacionados:
http://www.myspace.com/abortedmetal
http://www.goremageddon.be/
http://www.myspace.com/unearthlycommando
http://www.myspace.com/anarkhon
http://www.myspace.com/desecratedsphere
http://www.myspace.com/tumbaprod
http://www.hangar110.com.br/

Por: Heavy Nation às 10h34 PM

ICED EARTH: Reenergizado!

Por Fernanda Lira/Fotos: Divulgação


No próximo mês de março, a produtora Negri Concerts, que também é a principal organizadora do evento Metal Open Air, trará ao Brasil para uma série de shows da banda ICED EARTH, que retorna ao país para divulgar seu mais recente trabalho, intitulado Dystopia, de 2011.

Nesta conversa super completa com o Heavy Nation, o guitarrista e fundador da banda, Jon Schaffer, comentou os motivos da saída de Matt Barlow, o processo de escolha do novo vocalista Stu Block e sua participação no incrível conceito do novo disco e também a repercussão dessa última obra. Prato cheio para os fãs que querem matar um pouco da ansiedade para a turnê por aqui! Confira o bate papo na íntegra abaixo.

HN: Bom, para começar gostaria que você explicasse aos fãs que ainda não entenderam, os motivos da saída de Matt Barlow.
Jon Schaffer: Basicamente, na época em que Matt retornou à banda ele estava sob a condição de trabalhar apenas meio período para nós, já que tinha que se dedicar a sua carreira de policial e também a sua família, e naquela época eu achei que podíamos tentar seguir adiante com essa situação e fazer funcionar desta maneira. Mas, em 2008, nos vimos em um grande colapso financeiro, uma vez que a indústria da música, apesar de sempre passar por mudanças, mudou drasticamente após esse período. Passamos por tempos muito difíceis, até que eu acordei de novo para a banda, me senti reenergizado e me apaixonei pelo Iced Earth novamente. Esse período foi difícil em vários aspectos: negócios, mudanças de formação, problemas com managers e com outras diversas coisas que aconteciam nos bastidores e a banda nem sabia. Foi então que observando tudo o que estava acontecendo ao meu redor, recuperei minhas forças e finalmente percebi que o Iced Earth não é um trabalho de meio período, mas sim, um modo de vida, e que se quisermos sobreviver e fazer a coisa acontecer, teríamos que trabalhar muito. Então perguntamos ao Matt se ele poderia trabalhar conosco em tempo integral. Veja, não teve nada a ver com dinheiro, mas é que não teria como seguir adiante com ele tendo que se dedicar a outro emprego. Chegamos para ele, apresentamos nosso planejamento, apresentamos as turnês que queríamos fazer e dissemos o quanto gostaríamos que ele fizesse parte de tudo isso. Mas ele disse que não poderia se comprometer com tudo aquilo, e aceitou tudo numa boa, pois ele viu que não teria como se dedicar.

HN: E como foi o processo de escolha do novo vocalista? Como chegaram até o Stu?
Schaffer: Ele era de uma banda chamada INTO ETERNITY que anteriormente trabalhava com a Century Media, e, quando conversei com um dos diretores executivos de lá sobre a situação com o Matt, ele me disse para dar uma olhada no Stu. Ele então me mandou alguns vídeos e eu realmente gostei do brilho nos olhos de Stu e logo pensei que ele seria plenamente capaz de criar linhas vocais melódicas legais. Eu não tinha muita certeza quanto a sua voz, mas sabia que ele tinha o espírito.

HN: Sim, eu lembro de ter lido algo onde você falava algo sobre essa coisa de brilho no olhar. Então foi realmente assim, o que te chamou a atenção foi mais sua presença e seu espírito e não especificamente sua voz?
Schaffer: Sim, porque seu estilo de cantar é mais extremo, não é exatamente parecido com o que o Iced Earth é. Mas me chamou a atenção também sua versatilidade - passei a imaginar a quantidade de vozes que ele teria capacidade de fazer, mas que talvez nunca tivesse tentado. Então, o trouxe para meu estúdio e comecei a produzi-lo, foi assim que fizemos. Ele estava aberto e realmente muito empolgado a experimentar todas as idéias que eu sugeria, foi como um sonho produzir o Stu, sabe? Ele é divertido, quer realmente tentar de tudo, tem atitude, tem facilidade para criar boas linhas vocais melódicas, enfim, não tem como desejar algo melhor que isso, quando se está procurando um vocalista e compositor! E o melhor de tudo é que ele entende o espírito do Iced Earth, pois ele é nosso fã desde que era muito jovem. Ele veio ao estúdio sem saber o que esperar, assim como eu também não sabia o que esperar, mas meia hora depois, eu já tinha certeza de que ele era o cara certo. Nós tínhamos outras possibilidades, pois muitos vocalistas já tinham nos mandado suas demos, mas eu queria testar o Stu primeiro, pois eu tinha um pressentimento de que algo bom aconteceria. Tanto que após algumas horas trabalhando com ele, senti que não havia necessidade de procurar mais além, e disse a ele que se ele quisesse o cargo, ele já o tinha!

HN: Você gosta da banda anterior de Stu e do modo como ele cantava no INTO ETERNITY?
Schaffer: Eu aprecio seu vocal, mas definitivamente não gosto de death metal. Eu acho muito legal esse lance de vocais guturais, e até pedi para ele tentar encaixá-lo em algumas partes do álbum, mas eu realmente não consigo compor algo parecido com death metal. Prefiro explorar outros lados mais sombrios e agressivos da voz dele que ele ainda não descobriu, que se encaixem melhor nas composições. Antes ele já era versátil, mas agora, cada vez mais, abre seu leque de possibilidades com sua voz.


HN: Quando você iniciou a procura por um novo frontman, desejava alguém com a voz parecida com a de Matt, ou exatamente alguém quem você pudesse produzir, como o Stu?
Schaffer: De maneira nenhuma eu estava interessado em um clone (risos). Para muitas pessoas, o vocal é o som mais marcante da banda, mas esse não é o caso do Iced Earth. Você pode ouvir do primeiro ao último disco do Iced Earth e saber sem dúvida de que banda se trata, independentemente do vocal, já que o Iced Earth como um todo define o som da sua música, e não apenas o vocal. Eu, por exemplo, acho que foi um erro do Judas Priest tentar achar alguém que precisasse soar como Rob Halford ou tentar fazer com que um cara soasse como ele, por meio de pressão. Para mim, isso é um erro. Talvez eles sentissem necessidade de fazer aquilo, mas não é o meu caso. O Stu é capaz de fazer muitas coisas com sua voz. Eu tenho um modo muito específico de compor, e se tratando de linhas vocais, ele foi sem dúvidas o vocalista que se envolveu mais do que qualquer outro na banda. Ele contribuiu não somente com linhas vocais, mas também com o conteúdo lírico. Chegamos até a compor muitas coisas juntos, e essa foi a primeira vez que isso aconteceu na banda. É claro que no passado os vocalistas também fizeram sua parte. O Matt chegou a escrever letras muito interessantes que me agradaram muito, mas quando o assunto eram linhas vocais, era eu quem geralmente tinha que compor, às vezes junto com o Jim. Já o Tim Ripper Owens nunca contribuiu nem com letras nem com linhas vocais, eu que tinha de fazer tudo. Portanto, hoje em dia, para mim, é muito bom trabalhar com alguém que me ajuda com as letras e vem sempre com boas idéias e ganchos para melodias nas composições. Trabalhando assim, como um time, temos mais armas em nosso arsenal.

Por: Heavy Nation às 08h08 PM

ICED EARTH: Reenergizado! (Parte 2)

HN: Muitos sabem que você é fortemente influenciado por bandas da NWOBHM e que, consequentemente, o Iced Earth acaba sofrendo grande influência desse heavy metal mais antigo. Você acha que as músicas podem chegar a soar um pouco diferentes agora que Stu também está inserindo suas influências?
Schaffer: Não, porque muitas músicas foram compostas sem o envolvimento de Stu. Quero dizer que continuo compondo da mesma maneira que sempre fiz, portanto não afirmaria que o Iced Earth possa vir a soar diferente. O que acontece é que agora há uma novidade quanto a linhas vocais, já que ele pode vir com abordagens diferentes das que eu tinha, vir com coisas frescas, sem contar que ele pode escrever letras de uma maneira diferente da que eu escrevo. É claro que ele traz muitas coisas novas à tona, mas quanto a mudar a sonoridade da banda, de jeito nenhum.


HN: Agora focando um pouco mais no último álbum em si, qual o motivo da decisão de voltar à gravadora Century Media e deixar a SPV?
Schaffer: Basicamente, o motivo é que a SPV está entrando em processo de falência. Isso começou a acontecer no meio da gravação do último disco, mas seis meses depois de seu lançamento começamos a sentir algumas mudanças. Eles estavam com muitos problemas financeiros, e podendo dar pouco suporte para as bandas. Então, para nós, ficou praticamente fora de questão reassinar o contrato com eles. Precisávamos de alguém que pudesse nos dar um bom suporte, e portanto falamos com muitas gravadoras. No fim das contas, ficamos satisfeitos com a proposta que a Century Media nos ofereceu. Não era uma proposta incrível, mas nos pareceu boa no momento. Isso porque eu creio que as gravadoras estão se aproximando de seu fim. Não sei por quantos anos mais elas poderão seguir em frente, não sei mais por quanto tempo elas irão ter grande influência nesse ramo, pois as coisas estão mudando rapidamente. Não sei mais que papel elas cumprirão no futuro - dentro de cinco anos, já não imagino mais como será! As pessoas não compram mais material físico como faziam antigamente, mas tenho certeza que essa 'troca' entre fãs e banda continuará de alguma maneira. Acho que será difícil para as gravadoras, justificar toda a grande quantia de dinheiro que tiram das bandas. Creio que as bandas num futuro vão criar sua própria base de negócios e lidar diretamente com seus fãs. Acho que será muito mais rentável para um futuro financeiro das bandas.

HN: Por que vocês decidiram lançar "Dante's Inferno" como o primeiro single com a voz de Stu?
Schaffer: Nós iríamos fazer isso de qualquer maneira, independente se fosse Matt ainda na banda ou Stu. Nós já iríamos regravá-la para que pudéssemos tocá-la ao vivo. Não a tocávamos ao vivo, ao menos que levássemos um tecladista para a turnê, mas não valia a pena por conta dos gastos e burocracia para levar um integrante a mais para tocar apenas uma música, sendo que com a tecnologia, podemos tentar fazer algo para suprir essa ausência. Quando compus a música, todo aqueles elementos faziam parte dela, e não dá para fazer tudo aquilo apenas com nossos instrumentos ao vivo e esperar que saísse parecido. As poucas vezes que a executamos foi logo após seu lançamento, e algumas vezes durante a turnê de "Burnt Oferings". Portanto, comecei a planejar essa regravação a alguns anos, pois sei que os fãs querem ouvi-la ao vivo, então comecei a pensar nela em uma maneira que pudéssemos tocá-la nos shows.


HN: A crítica vem dizendo que seu último trabalho é um dos melhores da carreira, alguns dizem que é O melhor da carreira e alguns dizem que é o favorito desde o "Horror Show". Você concorda com isso? Acha que Stu contribuiu com toda essa energia de volta ao Iced Earth?
Schaffer: Eu concordo que é um dos melhores, mas não que é o melhor. Vamos imaginar que você tem vários filhos. Você não vai escolher um entre tantos e dizer "pronto, ele é o melhor" (risos). Todos os discos eu considero como minhas criações, então não posso escolher só um! Eu sei a energia por trás de cada álbum, mas os fãs não. Passamos por fases ótimas, mas também por fases difíceis, onde por trás estavam acontecendo problemas com a banda, com os managers, com as gravadoras, e ficaram escondidas por trás de toda essa boa ilusão que chega aos fãs. Há uma máquina funcionando por trás da banda, e todos devem trabalhar muito e fazer sua parte para que ela funcione corretamente. conheço a vibe de todos os discos, e aqueles que foram bem sucedidos, é porque tudo estava correndo bem nos bastidores, as coisas estavam funcionando e eu estava focado. Stu sem dúvida contribuiu para a boa energia que o álbum carrega, mas te digo que mesmo se Matt ainda estivesse conosco, “Dystopia” seria um bom álbum, pois quando acordei novamente para a vida e para a banda, voltei totalmente reenergizado para o Iced Earth. Durante todos esses anos, chegamos em épocas em que tínhamos um problema atrás do outro, e em diversas vezes, se tornava uma relação de amor e ódio, e em boa parte do tempo, era ódio, pois eu não via as coisas funcionando corretamente e ficava nervoso. Tivemos problemas com nosso manager, e quando estávamos para sair da Century media, tudo estava indo de mal a pior. Então fomos para a SPV, tudo começou a correr perfeitamente, e em seguida, tudo começava a dar errado de novo. Então eu ficava pensando "foda-se tudo, por que eu ainda fico tentando?". Mas segurei firme, e agora tudo está completamente diferente. Não é somente Stu, apesar de ele ter contribuído muito mais que outros vocalistas, mas é algo além do que os fãs podem imaginar por trás da ilusão que eles tem sobre como realmente funciona uma banda de heavy metal. Agora sim tenho uma boa equipe trabalhando comigo, temos a melhor química entre os integrantes que já pude presenciar na banda, todos são comprometidos uns com os outros, todos querem estar na banda, ninguém está correndo atrás de uma carreira solo secreta, não há nenhuma mentira. Sem ilusões, estamos todos juntos nessa, tenho uma equipe que são ótimos e que amo como irmãos, tenho um novo manager… Ainda não está perfeito, mas é o melhor que tivemos em muito tempo! E não é só uma pessoa ou outra na banda que importam, penso muito em mim também. Se eu não estiver bem, as coisas acabam não fluindo, pois eu acabo sendo a força principal nessa banda. Não digo isso para soar arrogante, longe de mim, mas é simplesmente a verdade. Sou o cara que manteve a coisa acontecendo durante todos esses anos. Não se trata apenas de tocar guitarra, é muito além disso. Muita gente não entende todas essas engrenagens em uma banda, e eu não as culpo - elas não tem obrigação de entender mesmo, mas é somente a realidade. Neste momento, as coisas estão indo da maneira correta que devem caminhar para que tudo funcione: todos estão fazendo sua parte, e isso me tranquiliza. Mesmo que não consigam realizar tudo o que deviam, eu não ligo, pois pelo menos estão tentando. Não há mais enrolação. Veja, eu estou fazendo isso há muito tempo, então consigo perceber quando alguém está tramando algo e desta vez, tudo está bem. O Iced Earth está de volta - e pra valer!


HN: Falando um pouco sobre o conteúdo lírico do álbum, por que a decisão de escolher a distopia como o tema principal das letras?
Schaffer: Porque eu acho que é pra onde estamos caminhando. É uma boa maneira de fazer as pessoas inspirarem as outras pessoas a começar a pensar sobre o que está acontecendo no mundo a sua volta e então se envolverem de alguma maneira.

HN: Eu ia perguntar exatamente sobre a intenção das letras, pois quando ouço a palavra "distopia", uma ideia pessimista me vem à cabeça. Então gostaria de saber se com esse álbum você pretendia alertar as pessoas sobre um futuro ruim caso elas não reajam, ou abrir os olhos das pessoas para perceberem quão corrompida a sociedade está hoje?
Schaffer: Quando eu estava explicando para o Stu o conceito que seria trabalhado no álbum, disse a ele que escreveríamos sobre coisas muito sérias e pesadas, muito negativas, portanto teríamos que tentar inserir também algo de esperançoso nas composições, algo que inspirasse esperança nas pessoas, para que elas pudessem se reconectar ao poder que elas realmente tem na sociedade. As pessoas geralmente são guiadas a se sentirem sem poder algum na sociedade, mas somos nós quem temos muito poder!

HN: Para finalizar, eu gostaria de perguntar sobre as inspirações literárias que vocês tiveram para compor o disco. Vocês se basearam em alguns livros e filmes que trazem a distopia como tema, como "V de Vingança", "Sin City", "A Laranja Mecânica", "Admirável Mundo Novo"?
Schaffer: Sim, acompanhamos várias dessas obras que você citou para desenvolver melhor o conceito de distopia no álbum. Assistimos e lemos também outras obras, como "1984", de George Orwell, "Dark City", "Equilibrium", etc. Não queria ser tão brutal e agressivo como o conceito de distopia é na sociedade, mas queria sim dar esperança para que as pessoas se sentissem revigoradas e poderosas. Nesse tipo de situação e caos que se aproxima, temos que ser fortes, e nos unir para não deixar que governos e bancos criminosos nos controlem e nos conquistem. Temos que enxergar quem é o verdadeiro inimigo e focar neles.

Agradecimento: Juliana Negri & Negri Concerts.

Por: Heavy Nation às 08h05 PM

Heavy Nation: Somos contra a cultura do "mesmo"!


Recebemos um e-mail onde o remetente reclama que no Heavy Nation toca muita banda underground, e que deveríamos tocar mais Iron Maiden e Metallica antigo.

Bem, a proposta do Heavy Nation sempre foi o de aproveitar um espaço enorme como o UOL e apoiar o underground mundial, pois acreditamos que é onde está a verdadeira essência do metal.

Para dar um exemplo de como nosso trabalho é importante, fiquei pasmo quando a vocalista do MIASTHENIA me disse que o HN foi o primeiro programa de rádio onde ela deu uma entrevista.

Como assim?

A banda tem 3 cds lançados e nunca deu entrevista em rádio de metal?

A mesma coisa me disse Shammash, guitarrista do MYTHOLOGICAL COLD TOWERS! Caramba, até então essas bandas que tem público fiel e álbuns excelentes eram ignoradas pela mídia do heavy metal?? Será que todos estavam cegos/surdos?

É por isso que apoiamos mesmo bandas como as citadas acima, e também o EXHORTATION, SLASHER, KAMALA, AMEN CORNER, DEVICE, SEMBLANT, HOLINESS, PASTORE, GENOCIDIO, WOSLOM e várias outras que faremos questão de levar no UOL.

Enquanto pudermos e o UOL deixar, vamos sempre tocar bandas do underground, pois o Iron Maiden e o Metallica já estão ricos e pouco se fudendo pro resto do mundo.

Portanto, se você é um desses que só escutam o que rola na grande mídia, o Heavy Nation não é seu lugar. Seja prático e baixe os cds, ou acessa no Youtube.

Eu e a Paula Baldassarri amamos o que fazemos no Heavy Nation, e temos a sensação de dever cumprido quando alguém nos escreve e diz que conheceu determinada banda por causa do programa; e tiveram alguns que até disseram que começaram a escutar heavy metal depois de conhecer o Heavy Nation.

Portanto, que fique claro: não temos nada contra o Iron Maiden (do qual ainda somos fãs) e o Metallica, mas nossa intenção com o Heavy Nation é sair da mesmice e das panelinhas, é fazer com que as pessoas conheçam bandas novas, e também conhecer as velhas que já estão aí há muito tempo (quem nos acompanha sabe muito bem que sempre tocamos bandas da velha guarda).

E pelos altos acessos que temos tido, acho que nossa fórmula esta dando certo.

Julio Feriato

Por: Heavy Nation às 09h25 AM

MUDANÇA DE LOCAL DO SHOW DO LAMB OF GOD / HATEBREED/ LACUNA COIL EM SÃO PAULO!

Para oferecermos mais conforto ao público, melhor acesso ao transporte público e evitarmos a super lotação do Espaço Lux, transferimos o show do LAMB OF GOD ao lado do HATEBREED e do LACUNA COIL  em São Paulo para um novo local: A SERINGUEIRA. A poucos metros da estação Barra Funda do Metrô e com ótima localização, teremos um espaço de alto nível, com diferentes ambientes, várias opções de estacionamento, além de uma estrutura de som e luz de uma das maiores empresas do país neste ramo, a TORAU. Esse será o nosso primeiro evento na casa, mas estamos 100% seguros de que o público aprovará o local.

Não será necessário trocar os ingressos comprados para o show no ESPAÇO LUX. Os mesmos ingressos serão aceitos no A SERINGUEIRA no dia do show.

Endereço do A SERINGUEIRA
Av. Francisco Matarazzo,694
(Próximo ao Metrô Barra Funda - em frente ao Parque da Água Branca)

São Paulo - SP

Tel: (11) 3868-9600

www.aseringueira.com.br

Informações gerais sobre o evento:
31/03 (sábado) Abertura da casa: 16h00
LAMB OF GOD (ESTADOS UNIDOS)
HATEBREED (ESTADOS UNIDOS)
LACUNA COIL (ITÁLIA)
NOVO LOCAL: A SERINGUEIRA
Av. Francisco Matarazzo,694  (Próximo ao Metrô Barra Funda em frente ao Parque da Água Branca)
São Paulo-SP
Tel: (11) 3868-9600

Ingressos (à venda  a partir de 14/12):
R$75 (pista - primeiro lote - promocional)
R$120 (pista - segundo lote - promocional)
R$150 (pista - terceiro lote - promocional)
Camarote: entradas limitadas à venda apenas na LOJA 255 ou pela internet
Valores para estudante/meia entrada e promocionais
Local da venda antecipada:
LOJA 255 (Galeria do Rock, Rua 24 de Maio, 62, primeiro andar, loja 255, São Paulo-SP,fone: 0xx11 3361-6951).

Venda de ingressos pela internet:
www.liberationstore.net
Realização: Liberation Tour Booking
Informações gerais: info@liberationmc.com
Faixa etária: menores de 14 anos somente acompanhados de responsável.

Sites relacionados:
www.lamb-of-god.com
www.hatebreed.com
www.lacunacoil.it
www.liberationmc.com

Por: Heavy Nation às 05h36 PM

Resultado da promoção Amorphis

O vencedor da Promoção Amorphis, que vai assistir ao show de São Paulo na faixa e ainda conhecer os integrantes pessoalmente foi:

André José dos Santos, final do telefone 5202.



Por: Heavy Nation às 05h29 PM

Sobre os autores

Paula Baldassari começou a ouvir heavy metal aos 11 anos por causa do Metallica e, desde então, sua paixão pelo estilo só cresceu. Já foi colaboradora de revistas como Rock Hard Valhala, Rock Brigade, Comando Rock e de sites especializados como Whiplash e Live Rock. Foi apresentadora do DDO na Brasil 2000 FM e atualmente é uma das locutoras da Radio Eldorado FM.

Julio Feriato cursou a faculdade de Letras, mas sempre sonhou em ser jornalista especializado em música. Para suprir tal anseio, editou o fanzine "Shadows" (1995); em 2004, foi um dos principais colaboradores do extinto site gaúcho "Metal Attack".

Sobre o blog

Heavy Nation é um programa da Rádio UOL especializado em heavy metal. O programa nasceu da necessidade de divulgar bandas independentes, que não encontram espaço na grande mídia, e também traz clássicos do estilo.
No blog Heavy Nation, você encontra informações extras e conteúdos que não foram apresentados no programa - entrevistas, vídeos, resenhas de shows e álbuns, além de notícias sobre o que acontece na comunidade metal do Brasil e do mundo.

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