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Arch Enemy: banda toca no Brasil em novembro

A Liberation MC acaba de anunciar que em novembro de 2012 a tour latino-americana do ARCH ENEMY passará pelo Brasil, com data confirmada em São Paulo, no dia 25/11, no Carioca Club.

Palavras do guitarrista Michael Amott sobre a tour que passará por países como Uruguai, Costa Rica, Argentina, Chile, Peru, México, etc: "Finalmente! Não visitamos os nossos amigos latinos há mais de 3 anos. Estamos ansiosos para tocarmos para um dos públicos mais verdadeiros do metal mundial.

Esperamos ter shows e experiências incríveis. Latin American Khaos 2012!!!”

Confira o serviço do show de SP:
25/11 (domingo) Abertura da casa:18h00
LOCAL: CARIOCA CLUB
Rua Cardeal Arcoverde, 2899
São Paulo - SP
www.cariocaclub.com.br
0xx11 3813-8598

Ingressos (à venda a partir de 25/05):
R$80 (pista - estudante)
R$100 (pista - promocional)
Camarote: entradas limitadas à venda apenas na LOJA 255
Locais da venda antecipada:
LOJA 255 (Galeria do Rock, Rua 24 de Maio, 62, primeiro andar, loja 255, São Paulo-SP,fone: 0xx11 3361-6951).
CARIOCA CLUB (Rua Cardeal Arcoverde, 2899, São Paulo - SP,0xx11 3813-8598).
Venda de ingressos pela internet:
www.liberationstore.net
Realização: Liberation Tour Booking
Informações gerais: info@liberationmc.com
Faixa etária: menores de 14 anos somente acompanhados de responsável.

Sites relacionados:
www.archenemy.net
www.liberationmc.com
www.eyescreamconcerts.com

Por: Heavy Nation às 10h48 PM

Apocalyptica: promoção na internet para conhecer a banda

Grupo é um dos mais exaltados do momento
Ingressos estão quase esgotados

A Dark Dimensions gosta mesmo de agradar os fãs das bandas que trazem ao Brasil. Após tornar a grande apresentação do Within Temptation inesquecível para muitas pessoas, agora chegou a vez dos seguidores do Apocalyptica. A produtora acaba de lançar promoção na internet, que vai premiar 20 pessoas com um super encontro com os músicos Eicca Toppinen (violoncelo), Paavo Lötjönen (violoncelo), Perttu Kivilaakso (violoncelo), Mikko Sirén (bateria) e Tipe Johnson (vocalista).

O Apocalyptica se apresenta no dia 2 de junho, no Carioca Club, e no dia 3, no Espaço Santa Clara; Ambos os shows acontecem em São Paulo. Os ingressos estão praticamente esgotados para a primeira exibição. Os valores das entradas para o show extra custam R$ 85,00 (pista) à R$ 120,00 (camarote). Os ingressos estão à venda pela internet (http://darkdimensions.webstorelw.com.br).

Para participar da promoção, os fãs apenas precisam compartilhar o flyer dos shows, disponível no perfil da produtora no Facebook (https://www.facebook.com/profile.php?id=659861147). Os 20 fãs que tiverem suas ações mais vezes encaminhadas ganharão direito ao encontro. Vale a pena lembrar que a promoção é válida somente para quem já tem ingresso dos shows. Serão 10 felizardos para cada data.

Os finlandeses estão de volta após seis anos longe do país. Neste momento, eles estão em plena turnê de promoção do aclamado álbum "7th Symphony" (2010). Sabendo da expectativa dos brasileiros, a banda fez questão de gravar uma mensagem convidando o público a prestigiarem suas performances na capital paulistana. Confira o recado em http://www.youtube.com/watch?v=MoxquHuTn2A.

Recentemente, Perttu concedeu entrevista exclusiva à The Ultimate Music - Press. Confira em http://theultimatepress.blogspot.com/2012/04/vamos-faze-los-suar-rir-e-chorar.html.

O Apocalyptica ficou mundialmente famoso quando lançou "Plays Metallica by Four Cellos", álbum que traz versões das clássicas músicas do Metallica tocadas por violoncelos. O disco foi certificado com ouro na Polônia e platina na Finlândia, vendendo aproximadamente 800.000 exemplares. Todos os integrantes da banda frequentaram a Academia Sibelius em Helsinque, única universidade de música na Finlândia e considerado um dos maiores conservatórios europeus.

Esta será a segunda passagem do Apocalyptica pelo Brasil. Os músicos se apresentaram, em 2005, no Credicard Hall, como abertura para o Megadeth. Naquela ocasião, o público ficou extremamente impressionado com tamanha qualidade musical e foi considerado uma das melhores apresentações daquele ano.

A turnê dos finlandeses pela América do Sul é a seguinte:
May 29 - Teatro Municipal - Cali, Colômbia
May 31 - Teatro Caupolican - Santiago, Chile
June 01 - Todo Musica - Montevidéu, Uruguai
June 02 - Carioca Club - São Paulo, Brasil
June 03 - Espaço Santa Clara - São Paulo, Brasil

Links relacionados:
http://www.apocalyptica.com/us/home

http://www.facebook.com/Apocalyptica

http://www.myspace.com/apocalyptica

http://www.twitter.com/apocalypticafi

http://www.youtube.com/apocalypticavideos

http://www.ilike.com/artist/Apocalyptica

http://www.lastfm.de/music/Apocalyptica

http://www.darkdimensions.com.br

http://theultimatepress.blogspot.com.br

Serviço SP - 1° data
Dark Dimensions apresenta Apocalyptica no Brasil

Data: 2 de junho
Local: Carioca Club
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2.899
Hora: 19h
Abertura da casa: 17h
Ingressos:
Pista promocional antecipada: R$ 90,00
Pista no dia: R$ 140,00 (se sobrar)
Pista Estudante: R$ 70,00
Camarote: ESGOTADO!
Pontos de venda: Profecias loja 214 (11) 3333-2364 | Rockland loja 262 (11) 33622606 | Lady Snake Loja 213 (11) 3361.7705 (Galeria do Rock)
Bilheterias do Carioca Club de segunda à sexta das 09h40 às 20h
Ingresso online: http://darkdimensions.webstorelw.com.br/
Imprensa: (13) 9161.6267 - press@theultimatemusic.com
Cartaz
: http://migre.me/8x1Vt

Serviço SP - 2° data
Data: 3 de junho
Local: Espaço Santa Clara
Endereço: Rua João Ramalho, 1085 - Perdizes - próximo ao estádio do SE Palmeiras.
Hora: 19h
Abertura da casa: 17h
Ingressos: R$ 85,00 (pista) | R$ 120,00 (camarote)
Ingresso online: http://darkdimensions.webstorelw.com.br/
Imprensa: (13) 9161.6267 - press@theultimatemusic.com
Cartaz
: http://migre.me/94UEN

Próximas divulgações da The Ultimate Music - Press:
18/05 - Clan of Xymox – Inferno Club - SP/SP
19/05 - Sepultura – Rancho do Cadãozinho - São José do Rio Pardo/SP
25/05 - Michael Monroe (Hanoi Rocks) – Inferno Club - SP/SP
26/05 - Decapitated – Blackmore Rock Bar - SP/SP
29/05 - Diablo Swing Orchestra – Inferno Club - SP/SP
02/06 - Apocalyptica – Carioca Club - SP/SP

03/06 - Apocalyptica – Espaço Santa Clara - SP/SP - SHOW EXTRA!

08/06 - Hugin Munin – Jack Music Pub - Bauru/SP
09/06 - Korpiklaani – Clash Club - SP/SP
10/06 - Korpiklaani + Hugin Munin – Music Hall - Curitiba/PR
15/06 - Krisiun – Music Hall – Curitiba/PR
16/06 - Confronto - Pós-Graduação – Vila Velha/ES
13/07 - Shadowside – TBA
14/07 - Shadowside – TBA
20/07 - Shadowside – Jack Music Pub - Bauru/SP
21/07 - Confronto + Matanza – República Music Hall, Taubaté/SP
29/07 - At the Gates – Hangar 110 - SP/SP

Por: Heavy Nation às 06h14 PM

Músicos de lenda do Hard Rock enviam recados criativos aos fãs brasileiros

Axl Rose é fã assumido do cantor Michael Monroe

Parece que não é apenas Michael Monroe, vocalista do Hanoi Rock, ícone incondicional do Hard Rock e atualmente em carreira solo, que está ansioso para vir ao Brasil. Os integrantes de sua banda que o acompanham Mundo afora resolveram seguir seu líder e também enviaram mensagens convidando os fãs brasileiros para comparecerem ao show confirmado para o próximo dia 25 de maio, na Inferno Club, em São Paulo. Esta será a única performance do grupo no país. Os ingressos continuam à venda.

Visando realmente contagiar os fãs, o baixista Sami Yaffa, (ex-Hanoi Rocks, New York Dolls) não poupou esforços para inventar uma das mais criativas mensagens feitas por um músico aos seus seguidores. Assista em http://www.youtube.com/watch?v=2aIoTCH3ScM.

Já o guitarrista Dregen (Backyard Babies) foi mais simples, mas fez questão de mostrar sua expectativa. Confira em http://www.youtube.com/watch?v=R2W6UW2kbNw.

Mesmo sendo uma estrela do Rock, em recente entrevista à The Ultimate Music - Press, Michael Monroe humildemente disse que está ansioso estrear em território tupiniquim. Devido a esta expectativa, o cantor gravou, de livre e espontânea vontade, uma mensagem super descontraída. De forma bastante animada e criativa, o artista já aproveitou para demonstrar o quanto a sua performance promete ser bombástica. Confira o video em http://www.youtube.com/watch?v=eQbF8NBpq8w.

Acompanhado pelos exímios músicos Dregen (guitarra, Backyard Babies), Steve Conte (guitarra, New York Dolls), Sami Yaffa (baixo, New York Dolls) e Karl Rockfist (bateria), o frontman tem levado os fãs à loucura com um repertório repleto de clássicos durante as exibições para promoção de mais recente álbum solo “Sensory Overdrive”, lançado em agosto de 2011, via Spinefarm/Universal.

Considerado uma das grandes lendas do Rock finlandês, Monroe criou o Hanoi Rocks em 1979, ao lado do guitarrista Andy McCoy. Responsável por hits como "Malibu Beach" e "Up Around the Bend", o grupo é tido como influência de grandes nomes como Mötley Crüe e Guns N’Roses, com quem mais tarde Monroe gravou o hit "Dead, Jail or Rock'n'Roll". Recentemente, ele foi homenageado com o "Álbum de Rock do Ano" e "Banda do Ano", durante a Emma Gaala, equivalente ao Grammy finlandês.

Os ingressos continuam à venda pela internet em http://darkdimensions.webstorelw.com.br e nas lojas Lady Snake e Rockland na Galeria do Rock. Os ingressos custam a partir de R$ 80,00.

Confira a entrevista exclusiva à The Ultimate Music - Press em http://theultimatepress.blogspot.com.br/2012/05/michael-moroe-faremos-voces-terem.html.

Links relacionados:
http://www.michaelmonroe.com/site/

http://www.facebook.com/michaelmonroeofficial

http://twitter.com/michaelmonroe

http://www.youtube.com/MichaelMonroeTV

http://www.myspace.com/michaelmonroeofficial


Serviço SP

Dark Dimensions apresenta Michael Monroe no Brasil

Data: 25 de maio (sexta-feira)
Horário: 23h
Local: Inferno Club
Endereço: Rua Augusta, 501 - Consolação
Tel: (11) 3120-4140.
Site: www.infernoclub.com.br
Ingressos:
Pista 1º Lote R$ 80,00 (Promocional Antecipado e Estudante)
Pista 2º Lote R$ 90,00 (Promocional Antecipado e Estudante)
Pontos de Venda: Lady Snake e Rockland (Galeria do Rock)
Venda Online: http://darkdimensions.webstorelw.com.br
Imprensa: (13) 9161.6267 - press@theultimatemusic.com
Cartaz
: http://migre.me/8Vjdm

Por: Heavy Nation às 06h09 PM

Dr. Sin: tecladista Rodrigo Simão fala sobre seu álbum solo na 60ª edição do HN

Oficialmente, o Dr. Sin é composto pelo trio Andria Busic (vocal e baixo), Edu Ardanuy (guitarra) e Ivan Busic (bateria). Mas muita gente não sabe que a banda conta com mais um integrante que os acompanha nos shows ao vivo, o tecladista Rodrigo Simão.

Seu nome não é conhecido pelo grande público, mas com certeza isso irá mudar com o lançamento de 2012, seu primeiro álbum solo, que é uma junção perfeita entre o Hard Rock e o Rock Progressivo, tocado com maestria pelos músicos.


Para divulgar este trabalho, os apresentadores Paula Baldassarri e Julio Feriato receberam Simão no estúdio da Rádio UOL para um bate-papo descontraído, onde ele falou sobre sua carreira e sobre todo o conceito em torno de 2012.

Para ouvir o programa Heavy Nation #60 com Rodrigo Simão, acesse o link: http://www.radio.uol.com.br/#/programa/heavy-nation/edicao/12765795?action=play

Por: Heavy Nation às 07h36 PM

Therion no Brasil em junho!


A Negri Concerts traz de volta ao Brasil os suecos THERION com a turnê que celebra os 25 anos da banda. O show acontece em 05 de junho, no Teatro Abril, a partir das 21 horas em única apresentação no país. A turnê latino-americana ainda passa por Uruguai, Argentina, Chile e Colômbia. A expectativa dos fãs é que o grupo prepare um setlist especial recheado de clássicos da carreira.

O guitarrista Christofer Johnsson já adianta que será um show histórico e épico: "Essa apresentação será totalmente pautada pelo álbum "Secret of the Runes" mais algumas outras músicas que tocaremos exclusivamente ao público da América Latina, como "Land of Kaanan", que nunca fizemos ao vivo. Não haverá um show igual a esse. Comemoramos nossos 20 anos de carreira na Europa, agora comemoraremos nossos 25 anos na América Latina".

O Teatro Abril é uma das mais conceituadas casas de espetáculo do país. Para essa apresentação especial do Therion, o show terá configuração de platéia e lugares marcados e limitados. Inaugurado em 1929, o Teatro Abril já abrigou grandes espetáculos como "Chicago". "A Bela e a Fera" e "O Fantasma da Ópera".

As vendas para essa apresentação serão iniciadas em breve através do site da Tickets For Fun.

SERVIÇO:
Data: 5/6 (terça-feira)
Horário: 21h
Local: Teatro Abril
Endereço: Rua Brigadeiro Luís Antônio, 411 -- Bela Vista -- SP/SP
Informações: (11) 3112-0193
Informações: www.negriconcerts.com.br
Classificação etária: 18 anos
http://youtu.be/ldAS4sgL5wI

Por: Heavy Nation às 06h46 PM

Mythological Cold Towers: video do primeiro show na Europa

Foto: Martin Garcia Mortell

A banda MYTHOLOGICAL COLD TOWERS, uma das veteranas do estilo Doom Metal no Brasil (e uma das mais apreciadas mundo afora) já começou sua turnê pela Europa.

O primeiro show ocorreu em 04/05 em Limerick, na Irlanda, país onde o baterista Hamon reside há quase dois anos.

Confira abaixo o video da banda tocando a música "The Lost Path to Ma-Noa", do aclamado Immemorial, quarto álbum de sua carreira, lançado ano passado pela Mutilation Records.

Para esta turnê, a banda conta com o apoio de dois integrantes da banda Black Metal brasiliense MIASTHENIA: a vocalista Hécate como tecladista e o guitarrista Thormianak no baixo.

Por: Heavy Nation às 05h53 PM

Raven toca em São Paulo em junho

O trio inglês retorna ao Brasil em junho e se apresenta em São Paulo, no dia 17 de junho, (domingo) no Clash Club. A abertura fica por conta das meninas do NERVOSA, que atualmente assinou contrato como selo austríaco Napalm Records e que vem se destacando rapidamente no cenário nacional por sua mistura de Thrash e Speed Metal.

Formado em 1974 pelos irmãos Mark Gallagher (guitarra) e John Gallagher (baixo e vocal), o RAVEN é considerado uma das bandas mais rápidas da NWOBHM, sendo considerado por muitos com um dos pais do Speed Metal.

Com álbuns conceituados como Rock Until You Drop (1981), Wiped Out (1982), All For One (1983), Live At Inferno (1984), Stay Hard (1985), The Pack Is Back (1986), entre outros, a banda retorna ao Brasil, após a excelente passagem de 2010, no Metal Attack, São Paulo.

Além dos irmãos Gallagher, o Raven traz o baterista Joe Hasselvander – no trio desde 1988. O último disco da banda, Walk Through Fire, de 2009, é considerado um grande álbum. E a banda se prepara para lançar seu décimo quarto álbum de estúdio.

A produção é da SG Entertainment, responsável por shows de bandas como Glenn Hughes, Bëehler, Hirax, Doro (RJ), UFO, etc.

Vale destacar o valor do ingresso de apenas R$ 50!

Por: Heavy Nation às 05h26 PM

Shadowside é destaque no Lokaos, da Mix TV

A banda brasileira Shadowside continua em destaque na mídia. Recentemente, a vocalista Dani Nolden e o baterista Fabio Buitvidas concederam entrevista ao programa Lokaos, da Mix TV. Em um bate-papo super descontraído com o repórter Edu Rox, a dupla revelou detalhes da produção e gravação de "Inner Monster Out", comentou sobre a excelente receptividade deste disco pelo Mundo, a longa turnê europeia ao lado do W.A.S.P., a experiência de abrir o show do Iron Maiden no Rio de Janeiro e outros assuntos pertinentes.

A entrevista, na integra, está disponível em http://www.mixtv.com.br/blogs/lokaos/lokaos-rock-independente-entrevista-o-shadowside.

Vale a pena lembrar que, "Inner Monster Out", novo disco da banda, está concorrendo ao Prêmio Dynamite, na categoria "Melhor Álbum de Heavy Metal". A votação acontece por meio de voto popular através do site www.premiodynamite.com.br até o dia 15 de maio. O Prêmio Dynamite de Música Independente é realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura - Programa de Ação Cultural.

Além disso, a Shadowside foi indicada ao "11th Annual Independent Music Awards". Bandas de todas as partes do mundo enviaram seus trabalhos e a Shadowside é uma das cinco finalistas na categoria "Metal/Hardcore". O grupo concorre ao lado de 16 Second Stare, Asking Alexandria, Hemoptysis e Scarab. A premiação também ocorre por voto popular até o dia 20 de Julho, em http://www.independentmusicawards.com/imanominee/11th/Album/Metal-Hardcore. O voto dos fãs determinará a escolha dos melhores. Portanto, o apoio dos brasileiros é fundamental.

"Inner Monster Out" foi gravado, mixado e masterizado por Fredrik Nordström, um dos principais produtores de Heavy Metal da atualidade, no Fredman Studio, em Gotemburgo, Suécia. O CD tem a participação especial dos vocalistas Mikael Stanne (Dark Tranquillity), Björn "Speed" Strid (Soilwork) e Niklas Isfeldt (Dream Evil). A versão nacional do disco tem distribuição da Voice Music e traz a releitura de Inútil, clássico dos anos 80, com Roger Moreira, líder do Ultraje a Rigor!, dividindo os vocais com a frontwoman Dani Nolden.

O videoclipe de "Angel with Horns", primeiro single do novo disco, superou a marca de 128 mil views no Youtube. Confira o clipe e diversos outros vídeos do grupo em turnê pela Europa em http://www.youtube.com/user/ShadowsidePress7.

Produtores interessados em contratar o espetáculo que já passou por mais de 20 países da Europa, cinco turnês pelos EUA e diversas cidades do Brasil, devem entrar em contato através do e-mail contato@furiamusic.com.br.

Links relacionados:
http://www.facebook.com/shadowsideband

http://twitter.com/shadowsideband

http://www.youtube.com/ShadowsidePress7

http://www.lastfm.com.br/music/Shadowside

http://www.shadowside.ws

http://www.myspace.com/shadowsideband

Por: Heavy Nation às 05h12 PM

Arkona em São Paulo (Clash Club, 28/04/2012)

Por Gislaine Alves/Fotos: Irisbel Melo


Neste último sábado, dia 28/04 São Paulo teve o prazer de prestigiar uma grande apresentação, de um ícone  do pagan/folk metal mundial a banda russa ARKONA.

O texto representa a opinião do autor e não a opinião do Heavy Nation ou de seus editores.

Em um dia frio em São Paulo, poderiamos nos preparar para um grande espetáculo que estava por vir, o show da banda na casa de shows Clash club estava sendo muito aguardado pelo fãs do estilo que ali estavam anciosos pela apresentação.


Mais antes da apresentação da banda principal da noite, tivemos o prazer de assitir a uma banda de Jundiai SKALDIC SOUL, que também faz um folk metal de  muita qualidade, e foi muito bem recebida pelo público presente, dando uma prévia do que ainda estava por vir.

Logo após a apresentação da banda SKALDIC SOUL, o público teve o prazer de presenciar uma bela apresentação de dança  tipica da  Russia, seguida de  uma apresentação de luta medieval, ambas as apresentações, foram muito bem aceitas pelo público, dando ali um clima bem "Slavo".


O show da banda russa ARKONA se inicia pontualmente no horário previsto às 21:00h, com uma introdução de uns dos integrantes Vladimir (gaita de fole e flauta) levando assim o fãs a loucura, eis que assim o show se inicia com "Arkaim" muito bem interpretada pela vocalista Masha, que com sua presença de palco impecável encanta a todos ali presentes. Em seguida tocam "Ot Serdca K Nebu"  e a clássica "Goi, rode, Goi" ( que na minha opinião é umas das melhores da banda), sendo recebida com entusiasmo e aplausos dos fãs.

A banda em si manda muito bem no seu estilo, todos com uma ótima presença de palco e em destaque à vocalista Masha, que mescla vocal limpo e guturais perfeitos, cantando na lingua russa, o que dá um toque bem original ao som, que também traz em suas letras partes do folclore slavo, mesclado com metal.

Seguindo o set list a banda manda músicas de toda sua carreira: "Leshiy", a bela "Slovo", "Pamiat", "Slavsya Rus", a alegre e entusiasmante "Yarilo", que com certeza era uma das mais esperadas pelos fãs, a presença de palco dos integrantes é fantástica, sempre com muita simpátia eles agitam  os fãs, e o fãs como sempre correspondendo com os aplausos.

Antes do fim da apresentação a vocalista Masha pede ao fãs um wall of death, entoando a música "Stenka na Stenku", sendo assim bem correspondida pelo fãs e após aproximadamente 1 hora e 40 minutos de show,  a banda encerra sua  apresentação com a música "Kupala I Kostroma".

Com certeza o ARKONA não deixou à desejar e foi ovacionado pelo fãs que saíram de lá com a certeza de um ótimo espetáculo, aguardando um retorno da banda em solo brasileiro.

Set List:
Arkaim
Ot Serdca K Nebu
Goi, Rode, Goi!
Leshiy
Slovo
Pamiat
Slavsya Rus
Zakliatie
Katitsja Kolo
Kolomiyka
Marena
Po Syroi Zemle
Kupalets
Stenka na Stenku
Solntsevorot
Maslenitsa
Yarilo
Kupala I Kostroma

Por: Heavy Nation às 02h22 AM

Exodus: a lenda do Metal invade Curitiba

Texto & fotos: Judas tadeu Gomes

Na última semana de abril, mais exatamente na sexta-feira (27), os headbangers Curitibano viram a edição final do Trash Maniacs Festival no aconchegante Music Hall, que teve sua primeira noite no dia 06 deste mesmo mês, tendo SODOM como atração principal. Desta vez a noite foi protagonizada pela  lendária banda americana da Bay Área de São Francisco EXODUS, que fez sua única apresentação no sul do Brasil.

O texto representa a opinião do autor e não a opinião do Heavy Nation ou de seus editores.


A noite começou bem morna com 3 bandas nacionais de abertura: FUZILADOR, JAILOR e LEVIAETHAN, que apesar de se esforçarem bastante, não conseguiram arrancar muita empolgação da galera presente. O clima estava um pouco calmo e muitas pessoas preferiram aguardar do lado de fora pela atração principal, batendo um papo, bebendo uma cerveja e alguns fumando.

FUZILADOR, de Santa Catarina, foi a primeira a entrar no palco e mandou bem o seu trash e speed metal. De pois de pouco mais de meia hora foi a vez da banda curitibana JAILOR, que retoma sua trajetória depois de um tempo fora da ativa, de aquecer os ânimos dos presentes. Com um som bastante competente e um vocalista muito emblemático a banda foi bem, mas apesar de todos os seus esforços, a galera continuava com pouca empolgação.

O cenário começava a mudar a medida que a hora da apresentação da banda principal ia chegando. LEVIAETHAN, banda gaúcha e veterana do cenário nacional, foi a terceira da noite e com um cover de Ace of Spades, do MOTORHEAD encerrou sua apresentação  incendiando a galera, finalmente. Um detalhe curioso é que o baixista do EXODUS, Jack Gibson, acompanhou boa parte da apresentação dos gaúchos, sendo logo percebido pelos integrantes da banda, que demonstraram grande satisfação naquele momento ao verem uma lenda do Metal assistindo ao seu show.


Após  pequena demora dos roadies nos ajustes finais, finalmente entra EXODUS no palco, abrindo com a faixa “The Ballad of Leonard and Charles”. Daí para frente a coisa literalmente explodiu! Delírio total! A lenda viva do metal estava ali , na frente de todos, mandando ver em seu som pesado e agressivo, sem dó. Profissionalismo absolutamente memorável em uma apresentação impecável do ponto de vista de qualquer headbanger mais calejado.


A presença e o domínio de palco do vocalista Rob Dukes é sensacional e cativante. O tempo todo ele instigava platéia e conseguia, com enorme naturalidade, prender  a atenção à sua pessoa. Era perceptível sua satisfação e diversão ao presenciar os fãs que se trombavam em frente ao palco em alucinadas rodas violentas, o que a todo instante ele sinalizava  para a galera continuar a girar. Impressionante também foi a movimentação da banda, que parece até ser ensaiada.

Todos têm sua marca pessoal e seu espaço no palco. O baixista Jack Gibson, com sua cabeleira crespa e ruiva se destacava pela movimentação, assim como o guitarrista Gary Holt, que por somente sua importância na história já chamava a atenção com naturalidade. O também guitarrista Lee Altus  cantava junto com Dukes cada uma das músicas enquanto tocava.  O baterista Tom Hunting foi soberbo em sua performance, não deixando o ritmo cair em nenhum momento.


A produção do evento, desta vez, providenciou uma grade em frente ao palco fazendo com que o público ficasse um pouco separado, ao contrário do show passado. Para os profissionais e colaboradores que cobriam o evento foi bom, pois um espaço extra favoreceu o trabalho. Talvez para evitar as invasões pelos fãs para fazer o tradicional stage diving*, o aparato deu, sim, muito trabalho extra para os 2 seguranças que tentaram conter as investidas dos bangers, que eram arremessados a todo momento na tentativa contínua de chegar ao palco e fazer a sua pequena apresentação pessoal, finalizando com o stage diving. Muitos não conseguiram, mas outros sim. O que se viu foi até engraçado e em um certo momento, perto do final enquanto rolava “Toxic Waltz”,  para a surpresa de todos, o próprio Rob Dukes pulou do palco , agraciando a todos que estavam ali que puderam tocá-lo com um tapinha nas costas. Eu, inclusive.


Foi visível que os clássicos do primeiro trabalho da banda, “Bonded By Blood”, além da faixa título mais “Piranha”, “And Them There Were None” e “A Lesson in Violence” foram os pontos altos da apresentação, quando o público mais se empolgou e participou .

Torna-se necessário informar e reconhecer que o público de Curitiba está de parabéns pela recepção dada ao evento, demonstrando que a fama de “povo frio” não se aplica aos headbangers desta capital maravilhosa. O próprio Rob Dukes em um dos seus comentários , ao sentir a empolgação da platéia , comentou que o público brasileiro é um dos “mais loucos do mundo”. E ele disse isso porque realmente estava diante deste público tendo esta sensação naquele momento.


Resumindo, foi uma apresentação maravilhosa, em um evento excelente para um público muito acolhedor e quente. Que estas iniciativas se repitam em muitos os lugares do Brasil, levando o bom Metal a quem quiser ver e ouvir.

* Stage diving é o ato de mergulhar do palco sobre a platéia dos shows. Erroneamente, muitos chamam de mosh.

Set List:
The Ballad of Leonard and Charles
Beyond the Pale
Children of a Worthless God
Iconoclasm
And Then There Were None
Deathamphetamine
Blacklist
Deranged
Piranha
A Lesson in Violence
Brain Dead
Bonded by Blood
War is my Shepherd
The Toxic Waltz
Strike of the Beast
Good Ridance

Por: Heavy Nation às 01h47 AM

Em entrevista ao HN, Schmier do Destruction conta tudo o que rolou no Metal Open Air

O vocalista e baixista Schmier, da banda alemã DESTRUCTION, gravou uma entrevista ao HEAVY NATION onde ele revela muitos detalhes sobre os acontecimentos no Metal Open Air. A gravação ocorreu em 24/04 e inicialmente seria incluida na edição #59 do programa Heavy Nation; mas para não comprometer o tempo o publicação do mesmo, resolvemos disponibilizar o audio completo e sem cortes. Confira.

Schmier: Oi
Paula: Schmier?
Schmier: Sim, graças a Deus ou ainda bem
Paula: ssiiimm, finalmente.
Schmier: Ai meu Deus
Paula: Agora você ta aqui, a Fernanda Lira ta aqui também
Schmier: Oooh meu Deus, ela falou que ia gravar o programa hoje!
Fernanda: Sim, achei que você também fosse vir também, mas sem problema. Aqui estamos no telefone!
Schmier: Oh eu queria, mas tudo atrasou hoje e o vôo de amanhã é as 6 da manhã essa porra!
Paula: Ah meu Deus...
Fernanda: Sem dormir...
Schmier: Até a gente conseguir chegar aqui no hotel foi ficando cada vez mais tarde.. Ai meu Deus, dia mais duro!
Paula: Então você conseguiu finalmente chegar no hotel. Bom.
Schmier: Espero que as coisas fiquem melhores de amanhã em diante.
Paula: E temos aqui também nosso amigo Antonio Araújo, baixista do Korzus (aloka)
Antônio: Na verdade guitarrista!
Paula: Porra, verdade, baixista é o Dick! (risos)
Antônio: Como vc tá cara?
Schmier: Tudo bem.
Antônio: É, da pra ver.
Schmier: Estou vivo!
Antônio: Bom que vc chegou bem em São Paulo.
Schmier: Pra você ver.
Paula: Então a gente ta aqui pra falar rapidinho sobre o que rolou no Metal Open Air...
Schmier: Eu ouvi que um cara fugiu com o dinheiro, é verdade?
Antônio: Eu não faço idéia.
Schmier: Ninguém sabe...
Fernanda: Eu não acho que isso tenha rolado, não acho que alguém tenha tido a intenção de enganar ninguém. Eu acho que eles tiveram um custo alto extra inesperado...
Schmier: É porque aquele idiota [da Lamparina Produções] não podia contratar a porra do Rock'n Roll All Stars, eles custam pelo menos 300 mil só pra os custos da banda; eles carregam 40 pessoas e a porra do All Stars traria (pro público) mais umas 2 mil pessoas e não 12 mil. Não valia a pena pelo estrago, não fazia sentido.
Se você contar, a média seriam 12 mil pessoas pagando 200 reais! Isso são pelo menos 2 milhões e meio de reais, dinheiro suficiente pra dar conta da porra dum festival! Eu não sei o que é, não faço idéia, mas tudo era mal feito lá. O backstage era mal feito, não tinha um banheiro decente pra ninguém. Não tinha um bom camping, nada era bem feito. E eles nem pagaram o pessoal? Pra onde foi todo o dinheiro?!
Antônio: É um mistério...
Fernanda: É mesmo.
Paula: Mas mesmo assim você conseguiu fazer um milagre lá e tocou, eu tava falando aqui com o Antônio sobre PA, mesa de som, palco no segundo dia e no primeiro dia?
Schmier: O PA no primeiro dia estava caótico. No meio do nosso show ele ligava e desligava, todo o equipamento teve um puta atraso e não tinha equipamento suficiente e nem backline para as bandas. Então... É por isso que todas as primeiras bandas não puderam tocar. Eu não consigo entender como uma coisa dessa pode acontecer. Essa logística é facil pra caralho, de porra de jardim de infância, qualquer um pode calcular quando se precisa de amplificador e quanto precisa de equipamento. Eu não sei como isso pode acontecer, eu não faço idéia,
Paula: Sim, com certeza. Mas tem uma coisa, a gente ta perguntando umas coisas pras bandas e pras pessoas que estavam lá no festival, porque a gente está tipo "investigando" o que aconteceu. Então a gente gostaria de saber tipo, o Destruction teve tudo, porque as pessoas estão com dúvidas se as bandas foram pagas, porque o Rock'n Roll All Stars falou que não. Mas vocês receberam o cachê, a equipe da banda, as passagens?
Schmier: Sim, eu prefiri trabalhar com a Negri Concerts Produções e tudo foi bem. A gente foi pago, tivemos nossas passagens, tudo foi certo com a gente tirando uma coisa.
Paula: Que foi?
Schmier: Trazer o Mad Butcher, cara original do palco do Destruction! E não, não rolou porque a produção local não conseguiu comprar a passagem, as outras passagens a gente comprou com nosso pagamento numa boa e foi tudo certo. Foi tudo certo com a Negri Produções só o Mad Butcher que não rolou porque alguém não agendou um vôo.
Paula: Ahhh
Schmier: Tudo o mais rolou direito com a Negri Produções, a maioria das coisas a gente resolveu bem antes de chegar aqui, a gente recebeu adiantado sem problema. Tudo o que envolveu a Negri Concerts foi tudo bem o que envolveu a produção local, eu devo dizer, teve uma serie de problemas que eram de responsabilidade da produção local!
Paula: Sim, agora eu entendo o que aconteceu. Eu tava falando com o pessoal do Blind Guardian, Megadeth, Anthrax e todos eles falaram que receberam o cachê da Negri também. Então parece que a produção local não fez as sua parte.
Schmier: Eu soube do Negri que ele não queria o All Stars por causa do andamento dos custos. Mas o promotor local queria e no meio ficou só a frustração. Ele ia investir muito dinheiro no All Stars porque parece legal na mesa, tem pessoal do Kiss e tudo o mais mas acabaria aumentando a conta e custando muito dinheiro. Acredito que esse foi o momento que ele começou a perder o controle. Mas antes de mais nada eu tenho que dizer que aquele lugar, aquele palco, aquela área não era correto pra um festival, não era possível ter um festival ali. Não tinha logística, o aeroporto era pequeno demais, não tinha boas ruas ali, nenhuma avenida, nenhum transporte público, tá ligado? Como as pessoas iam conseguir chegar lá? Demorou uma hora e meia pra gente chegar do hotel até lá nas piores estradas que eu já vi. Não é desse jeito que se faz um festival. A coisa mais importante de um festival é fazer com que as pessoas, os fãs e as bandas cheguem lá facilmente, aí você pode fazer um festival. Então se vc não tem um bom lugar, uma boa localização você não pode fazer um bom festival. Portanto o primeiro erro desse festival foi a localização. Eu nem sei o que dizer. Nunca vi um festival que deveria ser grande numa localização tão ruim e esse foi o problema principal, eu acredito.
Paula: Sim, nós todos ficamos muito tristes com o que aconteceu, mas de qualquer maneira eu tava agradecendo o Antônio e todas as outras bandas que tocaram em consideração ao público e obviamente eu gostaria de agradecer o Destruction por fazer acontecer o show para os fãs.
Schmier: Sim, a gente tentou fazer o nosso melhor pra fazer o show para os fãs. Nós viemos de longe, da Alemanha e temos muitos fãs fieis aqui e não importa todos os problemas a gente tinha que tocar pros fãs. Claro que foi dificil, mas no segundo dia deve ter sido mais dificil. A equipe local não foi paga eu acho e eles começaram a desmontar o equipamento então ficou impossível pras outras bandas tocarem, eu ouvi dizer isso pelo menos.
Antônio: Sim, nós tocamos no segundo dia e fomos a última banda, a gente tocou tipo 11 da noite...
Schmier: Ao invés de tocar a tarde, o que aconteceu o dia todo? Alguma outra banda conseguiu tocar?
Fernanda: Não.
Antônio: Não, só depois das 5.
Fernanda: Não, na verdade só depois das 6, eu tava no hotel das bandas esperando alguma notícia de quando alguma banda ia começar a tocar aí eu recebi a notícia de que a primeira banda brasileira subiu no palco as 18 da tarde, com 7 horas de atraso.
Antônio: É, a gente tocou as 11 da noite, fomos a última banda do festival  e tinha só um palco montado, todos os outros foram completamente desmontados.
Schmier: Que bosta
Antônio: Sim
Schmier: Bom rolou muito problema de comunicação. Problema de comunicação entre os promotores e as bandas, entre os promotores e os fãs. A primeira coisa que se tem que fazer é se comunicar com todo mundo pra poder rolar as coisas, mas não teve comunicação nenhuma.
Fernanda: Sim, durante todo o dia os fãs não tiveram nenhum comunicado oficial da produção local, tá ligado? Os fãs tavam tipo perdidos esperando vir qualquer coisa deles, eles não sabiam quais bandas iam tocar e nem nada sobre o festival...
Paula: E tavam perguntando pra imprensa qualquer informação: Você sabe se essa banda vai tocar, se vai rolar o festival hoje? Que porra que tá acontecendo? Vocês podem nos ajudar, por favor?
Fernanda: Sim, foi triste. O que vc ia falar Schmier?
Schmier: O que eu ia dizer? É que é um milagre que os fãs não botaram toda a porra do lugar no chão.
Antônio: Sim, é mesmo. Definitivamente.
Schmier: Rolou alguma briga, confusão?
Antônio: Não, não. Eles foram extremamente civilizados, eu tava falando pra galera aqui, pra Paula, pro Julio e pra Fernanda que todo mundo se comportou tão bem depois que tudo ficou uma merda no festival e que isso é muito bom pra imagem dos headbangers aqui no Brasil porque a grande midia ia fuder com a gente se eles tivessem destruído tudo.
Schmier: Claro, claro, eles tavam esperando por isso, ta ligado.
Fernanda: E eu acho que eles principalmente não fizeram isso porque primeiro nós (headbangers) somos muito educados a gente não gosta de briga e confusão como a midia diz, e segundo porque o sentimento geral lá era tristeza, não era raiva. Tava todo mundo muito triste porque o sonho de ter um grande festival tinha ido por água abaixo.
Schmier: Claro, eu ouvi que muita gente passou um tempão juntando dinheiro, outras pessoas venderam tudo o que tinham pra poderem estar lá no festival, e cancelaram tudo no segundo dia, isso é uma situação impossível.
Antônio: Sim, é muito triste. Eu me lembro de ver as pessoas chorando de cima do palco
Schmier: Sim tenho certeza, tenho certeza.
Schmier: Todo o meu respeito para os fãs que ficaram calmos e não destruiram tudo, a gente esteve em festivais em que as bandas não puderam tocar por causa de equipamento e os fãs destruiram tudo, tá ligado. E isso pode acontecer. Eu respeito muito os fãs brasileiros por não terem terminado o que já era um desastre em total violência.
Antônio: Sim, foi muito legal.

Por: Heavy Nation às 03h31 PM

Entrevista com Schmier do Destruction: Continuação

Paula: Claro, especialmente o pessoal do norte, eles são fantásticos.
Antônio: Sim, eles são extremamente apaixonados pelo heavy metal cara, e é tão dificil ter bandas  grandes tocando no norte do Brasil e é por isso que eles são tão apaixonados. E eu tenho certeza disso porque sou dessa mesma região e eu tenho certeza absoluta que o grande sonho de todo mundo de lá era ver esse festival se tornar realidade mas infelizmente nós tivemos as pessoas erradas fazendo isso.
Schmier: Sim
Paula: Uhum
Paula: Sim, é triste pra caralho. Mas Schmier, antes de mais nada eu gostaria de te agradecer por falar com a gente e se você tiver mais alguma coisa pra falar, por favor, fique a vontade e muito obrigada.
Schmier: Deixa eu falar uma coisa, muitos, muitos fãs perguntaram se esse evento vai agora criar um problema no Brasil para os fãs de metal e se as bandas não vão mais voltar pro Brasil,  esse tipo de coisa. Eu não acho que isso vá acontecer, não é o caso. As bandas vão voltar pro Brasil pra tocar mas vai ser muito dificil pro Brasil no futuro fazer um festival de Heavy Metal. E não pelas bandas mas pelo governo a policia e todo mundo. Eu não sei se eles vão conseguir autorização de novo pra fazer um grande festival.E é triste que o pessoal do Wacken não fez esse festival, se tivessem feito eles teriam feito direito.É uma coisa triste porque o Brasil é um dos países mais Metal do mundo e vocês merecem um festival de Heavy Metal, mas agora eu vejo que um festival seria uma coisa pra um futuro longínquo. E muito triste. Mas, as bandas vão voltar e tocar no Brasil e isso é certeza. Encontrei e falei com muita gente no aeroporto, na cidade, eu encontrei pessoas em todo lugar e todo mundo estava se desculpando, muito triste e meio insultados. Insultados pela cena metal brasileira.Mas todas as bandas sabem que não é culpa dos fãs, foi de pessoas que não puderam lidar com isso, então não tem o que se preocupar.
Antônio: Absolutamente
Paula: Isso é fantástico. Muito bom as pessoas saberem disso pois era justamente o que as deixava preocupadas, que as bandas nunca fossem mais tocar aqui.
Sim, todo mundo sabe que os fãs brasileiros são uns dos melhores do mundo a gente sempre teve shows fantásticos aqui no Brasil e tivemos um ótimo show no festival também.Só as circunstâncias que foram ridículas pra todo mundo.
Paula: Agora vc tá indo pra Colombia amanhã, certo?
Schmier: Na verdade a gente tá indo pra Quito, no Equador.
Paula: Ah tá
Antonio: Quito
Paula: Então eu te desejo um grande show em Quito e manda um abraço pros nossos hermanos.
Antônio: Boa sorte lá, tenha um bom show
Schmier: Vai ser legal, vai ser legal lá. Eu espero.
Paula: Ah vai
Antônio: Tenho certeza que vai
Schmier: Sem mais problemas pra mim
Paula: Não, os problemas acabaram. Então eu gostaria muito de agradecer Schmier, de novo, por explicar pra gente tudo o que aconteceu lá e a gente vai tocar um som do Destruction agora e eu acho que combina, e se chama Hate Is My Fuel, o que vc acha?
Schmier morrendo: Tudo bem
Risos
Paula: OK, então muito obrigada Schmier e te vejo em breve no Brasil de novo.
Schmier: Obrigado você e eu espero, ninguém sabe o que vai acontecer mas alguém tá em sérios problemas e eu acho que é o produtor local. Uma cabeça vai rolar com certeza depois de tudo ele ganhou muito do público e os fãs vão querer o dinheiro deles de volta, com certeza.
Paula: Hmm e você sabe com qual deles tá o dinheiro dos ingressos?
Schmier: Sim, eu sei que o produtor local ficou com o dinheiro dos ingressos com certeza.
Paula: Lamparina?
Schmier: Sim, sim.
Paula: Oh, então é ele que tá fudido.
Schmier: Eu só sei que ele é quem tá com o dinheiro dos ingressos. E os fãs precisam saber que a Negri vendeu as bandas pra ele. Ele era o cara que só levaria a banda pra ele e estava responsável em dar assistência a banda.Mas, eu quero dizer, eu não tenho palavras pro que eu vi lá.
Paula: Sim é triste.
Schmier: Foi tipo, totalmente amador e o cara não é um, então eu não entendo.
Paula: Sim é muito muito triste mas é muito bom saber o que aconteceu porque as pessoas já tão tipo agredindo o Felipe na rua...
Schmier: Claro
Paula: ...como se fosse só culpa dele. Eu entendo, é claro. Mas é legal deixar as coisas claras.
Schmier: Claro, as pessoas não sabem de quem é a culpa. Só vem o nome da produtora no cartaz e não sabem como funciona por trás da cortina. Eu espero que a gente possa voltar logo e espero que os fãs recebam o dinheiro deles de volta, mas eu realmente duvido disso, na verdade.
Todos: Sim
Schmier: Alguém devia ir pra cadeia por isso.
Paula: Eu acho que é merecido
Antônio: Sim, é justo
Paula: Justo o bastante
Fernanda: Sim
Schmier: Absolutamente, assim ninguém vai fazer isso de novo
Paula: Ok, então muito obrigada por nos dizer o que rolou por trás das cortinas por lá
Fernanda: Muito obrigada Schmier
Schmier: Ow, não tá rolando um show hoje a noite, o Annihilator não tá tocando hoje?
Paula: Não, vai entrar no ar na sexta (aloka parte 3)
Antônio: Não, tipo, o Schmier tá falando do show do Annihilator hoje..
Paula: aahh ée, verdade.Eles devem estar no palco já
Fernanda: Eles já devem ter terminado o show
Antônio: É tipo 11 da noite
Schmier: Ok
Paula: Então é isso
Risos
Paula: Então é isso Schmier, eu...a gente precisa ir
Schmier: Muito obrigado
Antonio: Obrigado
Fernanda: Obrigada e espero te ver da próxima vez sem nenhum problema rolando
Schmier: Ah sim, eu espero não ter problemas em mais lugar nenhum
Fernanda: E que tudo seja muito legal e pacífico
Paula: OK
Antonio: Valeu cara.

Por: Heavy Nation às 03h00 PM

Heavy Nation: O que de fato ocorreu no M.O.A.?


Sexta agora vai ao ar um bate papo esclarecedor sobre o triste desfecho do Metal Open Air com Antonio Araújo do Korzus, Fernanda Lira do Nervosa (que esteve no festival pra fazer a cobertura para o Whiplash e o programa Maloik) e Schmier Fink do Destruction no Heavy Nation!

Nesse programa a gente vai saber o que rolou com as bandas nacionais e internacionais a respeito dos cancelamentos, cachês, quem pagou, quem contratou quem, quem pagou quem, bandas que tocaram, como tocaram, infra estrutura, reação dos fãs, da imprensa e esclarecimentos sobre algumas responsabilidades. Imperdível!!

Por: Heavy Nation às 02h29 PM

Megadeth: de malas prontas para o Metal Open Air

Por Fernanda Lira/Fotos: Divulgação

O MEGADETH é uma das atrações do Metal Open Air e aproveitamos para bater um papo com o baterista Shawn Drover sobre as expectativas de tocar no evento, além de algumas outras curiosidades.

Heavy Nation: Quão grande foi a responsabilidade de substituir um baterista tão emblemático quanto Nick Menza, antes da turnê "Blackmail the Universe" em 2004?
Shawn Drover:
Bem, sem dúvida alguma, substituir qualquer pessoa que tenha tocado no Megadeth é uma tarefa difícil. Muitos fãs sentirem muito a falta de Nick, por isso não foi fácil lidar com isso no começo, mas eu preferi não pensar muito sobre essa coisa de "substituir". Apenas encarei o fato de que eu era o cara novo na banda e por isso, me empenhei em tocar da melhor maneira, em ser uma boa pessoa e ser o mais profissional possível. Em poucos momentos fiquei pensando nesse fardo de substituir alguém tão marcante para a banda. No começo foi difícil para os fãs aceitarem, mas não me preocupei, e sempre fui muito aberto ao que os fãs pensariam sobre mim. Acima de tudo, tenho muito respeito pelo Nick.

O guitarrista Chris Broderick foi indicado ao Dave Mustaine por você. De onde veio a idéia de pensar nele como um possível futuro guitarrista do Megadeth na época? Como é tocar com ele hoje em dia?
Shawn:
Assim que o meu irmão deixou a banda, decidimos que seria legal já aparecer com algum nome para o Mustaine. Ambos já conhecíamos o Chris, por causa de seus trabalhos com o Nevermore e Jag Panzer, sem contar com outras bandas menores. pensamos de imediato que ele seria uma boa possível substituição como guitarrista. Então fui atrás do contato dele, e em apenas alguns dias, ele já estava conversando com o Mustaine. Ele é um ótimo músico e nos damos muito bem na banda!


Você participou dos três últimos álbuns de estúdio do Megadeth. Como você compararia o United Abominations, com Endgame e Thirteen, em termos de composições e entrosamento da banda?
Shawn:
Todos os discos são diferentes entre si. Em cada álbum, tínhamos membros diferentes, pois passaram por esses discos James Lomenzo, Chris Lomenzo, Dave Ellefson, Chris Broderick, eram ambientes e entrosamentos diferentes, e, portanto, foram experiências diferentes. Eu gosto muito de todos os três, todos são muito metal! Mas nós músicos temos uma visão diferente dos fãs em relação aos discos.  É difícil estipular um favorito, já que não temos um apego emocional tão grande quanto os fãs, é em um nível diferente. Por isso é tão difícil responder uma pergunta em relação a qual seria o favorito, por exemplo, porque eu amo todos de uma maneira especial. Seria o mesmo que você ter três filhos e alguém te perguntar "Qual o seu favorito?" (risos). Enfim, tenho muito orgulho dos três, pois me trouxeram boas experiências e boas lembranças!

Eu imagino que o nome "Thirteen" seja porque este é o décimo terceiro álbum da banda. Mas há algum outro tipo de mensagem por trás desse nome, talvez implícito nas letras, por exemplo?
Shawn:
Olha, aconteceram algumas coincidências esquisitas, em relação ao número 13 durante as gravações, mas nada que tenha realmente nos levado a usar este nome por algum motivo específico. Como era nosso décimo terceiro álbum, pensamos "por quê não chamar-se 13?". Não há nenhum significado especial por trás, nenhum mistério ou segredos, mas nunca tínhamos usado um número para intitular um álbum antes, então, por quê não? Não que o próxima vai se chamar 14 (risos), mas achei uma idéia interessante!


Legal! Só perguntei mesmo, porque cheguei a ler algo sobre o Mustaine ter falado sobre coincidências esquisitas relacionadas ao número 13…
Shawn:
Bem, nada de realmente estranho aconteceu. Mas não sei ao certo também, porque ele gravou toda a sua parte antes que todo mundo, e depois voltou para casa com sua família. Então pode até ser que algo tenha acontecido. mas só me lembro dele falando algo do tipo que, depois que decidimos chamar o álbum de "Thirteen", ele via o número em tudo quanto era lugar! Em lojas, na rua, aé quando ele assistis TV, o número simplesmente aparecia em muitas coisas, mas viu só, nada demais?

Este é o último álbum da banda com a gravadora Roadrunner Records. Vocês já tem planos de reassinar com eles e manter o trabalho ou já estão planejando partir para outra gravadora?
Shawn:
Nós definitivamente nem paramos para pensar nisso ainda, pois o "Thirteen" saiu em novembro e eles vêm fazendo um ótimo trabalho conosco. Mas, sendo sincero, não tivemos nenhuma conversa sobre isso ainda, pois é muito cedo. Em algum momento isso vai acontecer, mas ainda é cedo! Em dado momento tomaremos uma decisão e falaremos à imprensa!


Este foi o primeiro álbum desde "The World Needs a Hero" em que Dave Ellefson tocou. Como veio a decisão de tê-lo na banda novamente? E quão importante ele foi para o processo de composição das novas músicas?
Shawn:
Quando o James saiu, precisávamos de alguma outra pessoa urgentemente. Olhe, eu sou fã do Megadeth desde 1985, então, sob uma perspectiva de fã, eu pensei que, assim como muita gente pensa, se fosse para colocar alguém nesse cargo, seria maravilhoso se fosse o Dave novamente, e eu disse isso ao Mustaine. Ele concordou, então ligou para ele, e em pouco tempo, ele já tinha virado um membro oficial do Megadeth novamente. Têm sido maravilhoso trabalhar com ele, estou muito feliz. Mas, a entrada dele não afetou muito no direcionamento do "Thirteen", pois trabalhamos da mesma maneira que sempre fazemos: todos deram idéias, todos trabalharam em cima das idéias, então escolhemos as melhores músicas, e exatamente por conhecer bem a musicalidade do Megadeth, ele soube exatamente o que fazer e então gravou o disco.

As músicas "Sudden Death" e "Public Enemy No 1" receberam indicações ao Grammy. Em sua opinião, quais elementos contribuíram para esse resultado tão positivo?
Shawn:
É sempre legal receber indicações ao Grammy. Tudo bem que já fomos indicados 10 vezes, e não ganhamos uma sequer, o que é chato… Mas nunca fazemos nada esperando sermos indicados a um Grammy. Desta vez, tudo o que fizemos, foi compor heavy metal, novamente. De qualquer maneira, foi ótimo ter recebido duas indicações em dois anos, Quem sabe no próximo não levamos?

Para finalizar, vocês virão ao Brasil mais uma vez, desta vez, tocando em São Luís, no Maranhão, no Metal Open Air. Quais as expectativas do show?
Shawn:
Nunca estivemos nesse lugar e por isso estamos muito ansiosos, as expectativas são as melhores. É sempre bom visitar novos lugares, especialmente se for para um país onde temos tantos fãs loucos por heavy metal. Sempre amamos tocar no Brasil, e, desta vez, tocar em um lugar novo, nos anima bastante! Temos certeza de que o Metal Open Air será extremamente bem sucedido. Mal podemos esperar!

Por: Heavy Nation às 08h12 PM

Sebastian Bach inicia turnê pela América do Sul

Ingressos para segundo show em SP estão quase esgotados
crédito da foto: PowerMetal.cl

O Brasil está em contagem regressiva para receber Sebastian Bach, um dos vocalistas mais exaltados dos últimos anos no cenário do rock mundial. O ex-vocalista do Skid Row e atualmente em carreira solo, já deu início à sua turnê pela América do Sul. A apresentação de estréia aconteceu ontem em Santiago do Chile com o Teatro Caupolican lotado. Os shows no país acontecem em São Paulo (14 e 17/04 - Carioca Club) e Porto Alegre (15/04 - Bar Opinião).

Os ingressos para a segunda performance na capital paulistana estão praticamente esgotados. No entanto, ainda restam entradas à venda em http://darkdimensions.webstorelw.com.br. O preço dos ingressos custam a partir de R$ 75,00. Em Porto Alegre, o segundo lote já está praticamente em suas últimas unidades.

O repertório do show no Chile foi o seguinte:
Slave to the Grind (Skid Row)
Kicking & Screaming
Dirty Power
Here I Am (Skid Row)
Big Guns (Skid Row)
(Love Is) A Bitchslap
Stuck Inside
Piece of Me (Skid Row)
18 and Life (Skid Row)
American Metalhead (PainmuseuM cover)
As Long as I Got the Music
Monkey Business (Skid Row)
My Own Worst Enemy
Wishin'
I Remember You (Skid Row)
Tunnelvision
Youth Gone Wild (Skid Row)

Confira fotos da apresentação em:
Zerovarius Webzine
: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.392612324106701.94839.204414712926464&type=1
Power Metal
: http://www.powermetal.cl/multimedia/galerias/sebastian-bach-en-el-teatro-caupolican

Antes de entrar em cena, Sebastian Bach ganhou uma camisa personalizada do Santos FC. O presente ganhou destaque no G1, UOL Esporte e nas principais redes sociais, inclusive entre os torcedores do alvinegro da Vila Belmiro. Confira a foto em http://migre.me/8F5Sl.

Recentemente, o artista enviou uma mensagem super descontraída convidando o público a prestigiarem suas exibições. Confira o video em http://www.youtube.com/watch?v=A_nP4_l_eSs.

A "Kicking & Screaming & Touring" pela América do Sul consiste em:
Apr 12 - Teatro Caupolican - Santiago, Chile
Apr 13 - Teatro Flores - Buenos Aires, Argentina
Apr 14 - Carioca Club - São Paulo, Brasil
Apr 15 - Opinião - Porto Alegre, Brasil
Apr 17 - Carioca Club - São Paulo, Brasil

A última vez que Bach veio ao Brasil foi como banda de abertura para o Guns ‘N’ Roses no ano passado. A primeira passagem foi durante o festival Hollywood Rock.

Confira a entrevista ao portal G1 em http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2012/03/sebastian-bach-diz-que-shows-em-sp-foram-o-melhor-e-o-pior-de-sua-vida.html.

Recentemente, Sebastian Bach disponibilizou o videoclipe da música “Tunnel Vision”. Assista em http://vimeo.com/33293755.

Links relacionados:
http://www.sebastianbach.com

http://www.myspace.com/sebastianbach

http://www.twitter.com/sebastianbach

https://www.facebook.com/sebastianbach

http://www.youtube.com/DAMNOCRACY

http://www.reverbnation.com/sebastianbach

http://www.sebastianbach.blip.tv

http://www.ilike.com/artist/Sebastian+Bach

http://www.darkdimensions.com.br

http://theultimatepress.blogspot.com


Serviço SP

Kicking and Screaming World Tour

Data: 14 de abril de 2012 - sábado
Local: Carioca Club
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2.899
Hora: 19h30
Abertura da casa: 18h
Banda de abertura: Madjoker
Ingressos: ESGOTADOS!
Imprensa: (13) 9161.6267

Serviço SP show extra

Data: 17 de abril de 2012 - terça-feira
Local: Carioca Club
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2.899
Hora: 21h30
Abertura da casa: 19h30
Banda de abertura: Madjoker
Ingressos:
Pista estudante: R$ 75,00 | Pista Promocional Limitada: R$ 90,00 | Camarote estudante - R$ 100,00 | Camarote: ESGOTADO!
Ingresso Online : http://darkdimensions.webstorelw.com.br/
Imprensa: (13) 9161.6267
Cartaz: http://migre.me/8oHy5.

Próximas divulgações da The Ultimate Music - Press:

14/04 - Sebastian Bach - Carioca Club - SP/SP - SOLD OUT!

17/04 - Sebastian Bach - Carioca Club - SP/SP - SHOW EXTRA!

21/04 - Steven Wilson - Via Marquês - SP/SP
27/04 - Exodus - Music Hall - Curitiba/PR
28/04 - Arkona - Clash Club - SP/SP
29/04 - Arkona - Music Hall - Curitiba/PR
18/05 - Clan of Xymox - Inferno Club - SP/SP
25/05 - Michael Monroe (Hanoi Rocks) - Inferno Club - SP/SP
26/05 - Decapitated - Blackmore Rock Bar - SP/SP
29/05 - Diablo Swing Orchestra - Inferno Club - SP/SP
02/06 - Apocalyptica - Carioca Club - SP/SP
09/06 - Korpiklaani - Clash Club - SP/SP
29/07 - At the Gates - Hangar 110 - SP/SP

Por: Heavy Nation às 08h26 PM

Sobre os autores

Paula Baldassari começou a ouvir heavy metal aos 11 anos por causa do Metallica e, desde então, sua paixão pelo estilo só cresceu. Já foi colaboradora de revistas como Rock Hard Valhala, Rock Brigade, Comando Rock e de sites especializados como Whiplash e Live Rock. Foi apresentadora do DDO na Brasil 2000 FM e atualmente é uma das locutoras da Radio Eldorado FM.

Julio Feriato cursou a faculdade de Letras, mas sempre sonhou em ser jornalista especializado em música. Para suprir tal anseio, editou o fanzine "Shadows" (1995); em 2004, foi um dos principais colaboradores do extinto site gaúcho "Metal Attack".

Sobre o blog

Heavy Nation é um programa da Rádio UOL especializado em heavy metal. O programa nasceu da necessidade de divulgar bandas independentes, que não encontram espaço na grande mídia, e também traz clássicos do estilo.
No blog Heavy Nation, você encontra informações extras e conteúdos que não foram apresentados no programa - entrevistas, vídeos, resenhas de shows e álbuns, além de notícias sobre o que acontece na comunidade metal do Brasil e do mundo.

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